Canal Lifetime estreia a polêmica minissérie sobre R. Kelly

Em seis episódios e formato de documentário, Sobreviver a R. Kelly (Surviving R. Kelly), a polêmica produção original do LIFETIME, estreia no Brasil, no dia 15 de março. Após sua exibição nos Estados Unidos, que registrou recorde de audiência e tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais, diversas celebridades se posicionaram contra o músico, e até se desculparam por terem colaborado com o artista, caso de Lady Gaga, Celine Dion, Chance the Rapper e da banda Phoenix, entre muitos outros. A estreia é na sexta, 15 de março às 20h40.

Sobreviver a R. Kelly conta tudo sobre o escândalo que envolve um dos mais celebrados e controversos cantores de R&B de todos os tempos, e que hoje está em todos os portais de notícias devido às sérias acusações de abuso sexual e conduta inapropriada com garotas menores de idade. A minissérie do LIFETIME dá voz a dez vítimas e revela segredos que o público ainda não conhece.

Os assinantes da NET poderão conferir o primeiro episódio em uma pré-estreia especial, no dia 11 de março, no NOW, além de todos os outros conteúdos liberados pelo acesso na TV (Canal 1> Programas de TV > Lifetime).  Além disso, o LIFETIME estará com o sinal aberto aos assinantes NET e Claro TV, de 11 a 25 de março, VIVO, de 8 a 17/3, e Algar e Oi TV, de 7 a 16/3.

R. Kelly, que há alguns dias esteve na cadeia e saiu graças a uma fiança milionária, enfrenta fortes acusações e o questionamento permanente de quem um dia colaborou com ele ou o admirou como artista. Por meio do LIFETIME, pela primeira vez, as vítimas e mulheres do círculo íntimo de R. Kelly ganham voz e compartilham suas histórias.

Março é o Mês da Mulher, e o LIFETIME compartilha com sua audiência os depoimentos destas valentes vítimas na minissérie Sobreviver a R. Kelly, e as celebra por sua integridade ao estarem prontas para contar a todos sua verdade e revelar segredos da vida do artista.

Os depoimentos trazem novas acusações a respeito dos abusos sexuais, psicológicos e físicos de R. Kelly. Foram registrados dez casos de vítimas, por meio de 52 entrevistas, entre elas, com a ativista de direitos civis Tarana Burke, e com os músicos John Legend e Sparkle.

Também participam a apresentadora Wendy Williams, a ex-esposa do cantor, Andrea Kelly, sua ex-noiva Kitti Jones, seus irmãos Cary e Bruce Kelly, bem como outras pessoas que foram próximas a ele e que têm o firme propósito de revelar seu polêmico passado, desde os anos 1970.

Sobreviver a R. Kelly tem produção executiva da cineasta, crítica cultural e ativista Dream Hampton, Tamara Simmons, Joel Karlsberg e Jesse Daniels, para a Kreativ Inc, em parceria com Bunim/Murray Productions (BMP), e Brie Miranda Byant, do LIFETIME.

A minissérie se transformou em um sucesso de audiência do LIFETIME: durante sua estreia nos Estados Unidos, foi vista por 1,9 milhões de telespectadores, e registrou o maior desempenho de uma atração do canal em dois anos, na audiência-chave, que inclui adultos de 25-34 anos (1,2 milhões), adultos 18-49 (1,1 milhão), mulheres 25-54 (837 mil) e mulheres 18-49 (767 mil).

De acordo com a medição do Nielsen Media Research, Sobreviver a R, Kelly teve os melhores resultados de uma série sem roteiro nos últimos três anos, em todo seu público-alvo. Em sua última hora de transmissão, a minissérie também mostrou um crescimento impressionante em audiência total (+ 18%).

Sobreviver a R. Kelly também dominou as redes sociais, alcançando o programa #1 com mais atividades durante sua estreia em sinal aberto e na TV a cabo, no dia 3 de janeiro deste ano, segundo a  Nielsen Social Content Ratings.

A minissérie alcançou um total de 743 mil interações no Facebook, Instagram e Twitter, o que se tornou a maior repercussão em mídias sociais de uma estreia na história do LIFETIME.

LIFETIME exibe os seis episódios da série de 15 a 17 de março, sexta a domingo.