DJ Lyus apresenta seu som na Story Party em São Paulo

Lyus, um dos mais jovens DJs e produtores musicais do país, será a atração eletrônica da Story Party, matinê que acontece no sábado, 10 de agosto, na The Week, em São Paulo. Além de esquentar a pista com as suas batidas, o artista apresentará as autorais “Hope Right Now”, “Move On” e a recém-lançada “Summertime Lover”. O DJ e Produtor Musical se consolida cada vez mais no cenário da música eletrônica.

Serviço:

Story Party

Data: 10/08/2019

Abertura dos Portões: 15h

Horário show Lyus: 18h

Local: The Week

Endereço: Rua Guaicurus, 324 – Água Branca – São Paulo, SP

Classificação Etária: 13 a 17 anos

Vendas online: https://www.clubedoingresso.com/evento/story-10-08-2019

CONHEÇA LYUS

Apesar da pouca idade Lyus vem se consolidando cada vez mais no cenário da música eletrônica. Com dois anos de carreira, o DJ e produtor musical de apenas 16 anos é a mais nova aposta do mercado. O interesse pela música surgiu quando o jovem tinha 12 anos.

“Sempre tive uma vida muito agitada e com muita música envolvida. Desde pequeno, meus pais já me levavam a grandes shows aqui em São Paulo. A ideia de ter um projeto de carreira na música veio na minha festa de aniversário de 12 anos. Tinha um DJ tocando e ele apresentou pra mim um pouco do trabalho, desde então tenho estudado muito em meu projeto”, conta.

Luís Felipe Miranda, o nome por trás de Lyus, é um jovem estudioso. Com o incentivo dos pais passou a se aperfeiçoar cada vez mais, se dedicando à produção musical e ao domínio de softwares, com o objetivo de produzir sempre com qualidade máxima.

O esforço e a dedicação valeram a pena. Logo, ele começou a tocar em festas e aos 15 anos, em 2018, disponibilizou o remix de “All Your Love” (GUDI Feat Rhea Raj). No mesmo ano divulgou nas plataformas de streaming e redes sociais o single “Hope Right Now” (www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=ob6tNESiQfg). A produção, que traz alguns diferenciais como um poema autoral declamado pelo artista, contou com a participação do ‘Somos Iguais’. O coral, apadrinhado pelo pianista e maestro João Carlos Martins, foi criado por Daniela Guimarães e pelo produtor artístico Ney Marques com o objetivo de unir crianças e adolescentes de diversos países que estão no Brasil em busca de refúgio.

“Nessa canção, eu quis dar voz a uma situação que está presente em nossa sociedade há muito tempo. E poder ter contato com os vocais do coral Somos Iguais, foi muito mais especial e fez toda a diferença no resultado da minha música”, relembra Lyus.

No início de 2019, Lyus lançou a música e clipe de “Move On” (www.youtube.com/watch?time_continue=6&v=hLci0dwQdjs). A faixa chegou com uma pegada mais pop e o destaque do vídeo ficou por conta da atriz e cantora Mharessa, que protagonizou um romance com o DJ e produtor. Diversos atores e youtubers também participaram da gravação: Davi Kneip, Dela Fiori, Caio Frison, Gabriel Moura, Matheus Sicillia, Bela Benite, Júlia Franco, Maite Faitarone, Juliana Marques, Beatriz Herero, Gabriel Jacome, Lorella Verta, Matheus Menezes e Hemili Thamires.

Recentemente o artista divulgou em todas as plataformas de streaming e no Youtube o single “Summertime Lover” (www.youtube.com/watch?v=QyJQiaq9K0A). A produção contou com o vocal do cantor norte-americano Michael Shynes, artista que já tem em seu histórico um disco de platina.

Lyus possui traços culturais ímpares. Quando criança morou na China e lá teve a oportunidade de conhecer diversos lugares do mundo. Essa experiência, embora não soubesse na época, foi essencial para transformá-lo no artista que é hoje. Um jovem que foca no aprimoramento cultural e musical e que, com seu carisma e talento, conquista cada vez mais espaço nas pistas e nas playlists dos amantes da música eletrônica.

Entrevista Lyus:

– Como começou seu interesse pela música eletrônica?

Sempre tive uma vida muito agitada e com muita música envolvida. Desde pequeno, meus pais já me levavam a grandes shows aqui em São Paulo. A ideia de ter um projeto de carreira na música veio na minha festa de aniversário de 12 anos. Tinha um DJ tocando e ele apresentou pra mim um pouco do trabalho, desde então tenho estudado muito em meu projeto.

– Você chegou a fazer algum curso para se especializar, se sim, qual?

Fiz três cursos no total, todos eles na EDJs, para profissionalização de produção musical. Estudei durante um ano, três horas por dia, todos os dias. Foi um grande desafio e com certeza vou continuar a estudar, para me aprimorar cada vez mais.

– Com quantos anos e em que período você morou em Hong Kong. Como foi a experiência?

Morei durante dois anos em Shenzhen, na China, quando eu tinha 6 anos. Por mais que eu fosse extremamente jovem, vi uma outra perspectiva do mundo onde tudo é muito diferente. A cultura, comida, tradições e muitas outras coisas. É impressionante ver como, até no trânsito, por exemplo, as coisas se comportam diferente. Nesse período conheci muitos outros lugares no mundo, conheci boa parte da Europa, onde a música eletrônica está extremamente presente e diria que influenciando esses países até em aspectos culturais.

– Está em que ano da escola? Pensa em fazer alguma faculdade, se sim, qual?

Estou no segundo ano do ensino médio, e torço muito que minha agenda só continue a fechar mais datas e que não haja uma necessidade de eu ter de fazer alguma faculdade por conta da minha carreira, mas se fosse para fazer uma, eu tenho uma grande paixão por medicina. Faria a faculdade e uma especialização em Neurologia, que é uma outra grande paixão minha.

– Quais os shows mais incríveis que já fez?

Já fiz shows nas maiores matinês do país. É incrível ver o poder da música envolta de milhares de adolescentes, por a pista ter uma reação diferente, tive que experimentar novas coisas que foi um desafio muito importante para minha carreira, no final, tivemos só experiências boas.

– Quais são suas maiores inspirações?

Minhas maiores inspirações internacionais são: Martin Garrix, David Guetta, Tiesto e Hardwell (que já se aposentou, mas tem uma linda história). Minhas maiores inspirações nacionais são: Vintage Culture e o Alok, os dois revolucionaram o mercado da música eletrônica no Brasil e fizeram um ótimo trabalho expandindo uma nova visão ao mundo.

– Como surgiu a ideia de criar uma música para os refugiados? Como foi essa produção?

Durante uma madrugada eu estava extremamente inspirado e pensei em algumas coisas que estavam acontecendo no mundo que me incomodavam. Foi quando eu resolvi escrever um poema (que é declamado na música). No dia seguinte, já fui falar com a minha manager que eu gostaria que a música tivesse a parte inicial cantada por um coral de refugiados. Felizmente quem aceitou o convite foi o coral ‘Somos Iguais’, que é apadrinhado pelo maestro João Carlos Martins.


– A primeira música que você lançou profissionalmente foi o remix de ‘All Your Love’. Como você chegou até essa música do duo GUDI e como foi essa primeira experiência profissional?    

Conheci o projeto GUDI em um evento e desde então nos tornamos muito próximos. Eles me convidaram pra fazer o remix da música “All Your Love” na época em que eles estavam lançando. O resultado dessa parceria foi incrível, porque eu trouxe uma nova releitura da música com a proposta de bater muito bem na pista e o resultado não poderia ser diferente. Vejo isso como uma experiência muito interessante, porque foi meu primeiro lançamento e meu primeiro contato com esse tipo de trabalho oficialmente.


– Em ‘Move On’ você declarou, em algumas entrevistas, que trouxe uma pegada mais pop para a música. Como você chegou nesse resultado?

Assim como minha personalidade está sempre em constante evolução, meu gosto e preferência musical também. Com a ‘Move On’, resolvi trazer uma novidade para o meu público, algo que pudessem escutar tanto nas baladas quanto durante uma viagem. O Som mais pop tem muita conexão com as pessoas e com o que gosto de produzir também nesse momento. 

– Para o clipe de ‘Move On’ você convidou a cantora e atriz Mharessa e outros atores e youtubers. Como surgiu essa ideia do clipe e como foi interpretar um personagem pela primeira vez?
No começo da minha carreira, eu fiz teatro pra melhorar minha performance de palco, mas nunca tinha interpretado um papel. A ideia do clipe saiu em uma reunião onde estávamos criando todo o roteiro. A Mharessa é minha amiga, assim como todos que participaram e como eu estaria também em cena, nada melhor do que gravar e se divertir entre amigos. A Mharessa estava comigo no carro e voltávamos de um evento quando comentei que queria ela no clipe. Ela topou de cara e disse que queria muito ser a “girl” nesse projeto. Fluiu tudo muito bem e em sintonia da “good vibe” da música que eu estava trazendo para o público. 

– Em ‘Summertime Lover” você trabalhou com os vocais do norte-americano Michael Shynes, ganhador de um disco de platina. Como surgiu a ideia de convidá-lo para essa música e como foi feito esse convite?

Conheci o trabalho do Michael através da internet. Vi alguns covers dele e gostei muito, achei que seria o match perfeito pra a ‘Summertime Lover’, que na época nem nome tinha. Quando estamos produzindo, inclusive esse é um dos pontos mais difíceis de concluir a música, achar o vocal perfeito para o que estou criando. Quando ouvi a voz dele logo entrei em contato via redes sociais e ele adorou o projeto e abraçou. O resultado foi esse e estou muito feliz.