A The Walt Disney Company confirmou oficialmente a chegada de um dos títulos mais comentados do cinema internacional recente ao circuito brasileiro. “O Testamento de Ann Lee” estreia nos cinemas do Brasil em 12 de março de 2026, marcando o lançamento nacional de um drama histórico que já ocupa posição de destaque entre críticos, festivais e projeções para a próxima temporada de premiações.
A produção, ambientada no século 18, traz Amanda Seyfried em uma de suas atuações mais ambiciosas da carreira. A atriz interpreta Ann Lee, líder espiritual do Movimento Shaker, seita religiosa que acreditava na possibilidade de uma sociedade utópica guiada por rígidos princípios cristãos. Dentro dessa estrutura, Lee passa a ser proclamada por seus seguidores como a personificação feminina de Cristo, conceito que sustenta o eixo dramático, político e simbólico do longa.
A narrativa acompanha a tentativa do grupo de construir uma comunidade baseada em disciplina moral, trabalho coletivo e espiritualidade expressa por meio da música e da dança. O filme utiliza esses elementos como linguagem dramática, integrando corpo, fé e poder em uma abordagem que evita simplificações históricas e aposta em tensão psicológica constante.
Exibido no Festival de Veneza, “O Testamento de Ann Lee” recebeu uma ovação de 15 minutos, consolidando sua força junto à crítica internacional. Desde então, o longa vem sendo citado em projeções iniciais para o Oscar 2026. A performance de Seyfried figura entre as mais comentadas do ano e já aparece como aposta para a categoria de Melhor Atriz em listas especializadas, incluindo previsões assinadas por Clayton Davis, da Variety.
O elenco de apoio reforça o peso da produção, reunindo nomes como Lewis Pullman, Thomasin McKenzie, Stacy Martin, Tim Blake Nelson, Christopher Abbott e Matthew Beard. O conjunto de interpretações sustenta o rigor dramático do filme, criando um retrato coletivo que dialoga com temas como fé institucionalizada, controle social e identidade feminina dentro de estruturas religiosas.
Na direção, Mona Fastvold assume o comando do projeto e divide o roteiro com Brady Corbet. A parceria reedita o trabalho desenvolvido em “O Brutalista”, produção reconhecida pela Academia e vencedora de três estatuetas no Oscar mais recente. A assinatura autoral da dupla se reflete na condução estética precisa e no cuidado histórico, elementos que ajudam a posicionar o filme como uma obra de fôlego dentro do cinema.
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