Se você piscar, pode ser que perca Pedro Pascal em algum blockbuster por aí. Com “Quarteto Fantástico – Primeiros Passos” já em cartaz nos cinemas e com ele assumindo o papel do Senhor Fantástico, já está mais do que na hora de reconhecer que Pascal deixou de ser um queridinho da internet para se tornar uma força real em Hollywood. O ator chileno-americano, que começou fazendo pequenas pontas em séries dos anos 2000, hoje transita com segurança entre os maiores estúdios, personagens icônicos e até monólogos poéticos em discos indie. Isso sem falar nos memes, nos prêmios e na vasta galeria de figuras paternas que coleciona.
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Mas o sucesso de Pascal não veio de um passe de mágica da Marvel. Antes de liderar filmes com orçamento de milhões, ele construiu uma carreira paciente, recheada de nuances e papéis que o desafiaram. Quem conheceu Oberyn Martell em “Game of Thrones” já sabia que havia algo magnético ali. Quem viu Javier Peña em “Narcos” entendeu que o cara era intenso. E depois que ele colocou o capacete de “The Mandalorian”, aí não teve mais volta. Pascal virou astro, virou meme, virou crush da internet, virou “papai”. Literalmente. Mas se você só o conhece por essas três produções, precisa ir além. Pensando nisso, listamos cinco filmes que ajudam a mergulhar na carreira do ator e entender como ele virou esse ícone cultural multifacetado, engraçado, vulnerável e completamente irresistível.
“Kingsman: O Círculo Dourado”
Aqui, Pedro Pascal deixa claro que sabe brincar de ser cool. Como o agente Whiskey, ele encarna o típico cowboy moderno com laço, carisma e um senso de humor afiado. É ação em alta rotação com direito a chicote e reviravoltas, e Pascal entrega tudo com um brilho nos olhos que só ele tem.
“Operação Fronteira”
Neste drama de assalto com cara de filme sério da Netflix, ele vive um piloto que se junta a ex-militares para roubar um chefão do narcotráfico. A tensão é alta, os dilemas morais aparecem, e Pascal mostra que também segura tramas pesadas com firmeza, mesmo quando a ética dos personagens está em xeque.
“O Peso do Talento”
Sim, é aquele em que ele contracena com Nicolas Cage interpretando… Nicolas Cage. Pascal vive um milionário excêntrico e fã do ator, em uma comédia de ação que tira sarro de tudo, inclusive deles mesmos. É impossível assistir sem se encantar com a química entre os dois e, claro, com o timing cômico afiado de Pascal.
“Estranha Forma de Vida”
Curta dirigido por Pedro Almodóvar, esse é o momento em que o astro latino se reconecta com suas raízes e entrega uma atuação contida, romântica e cheia de tensão emocional ao lado de Ethan Hawke. É o faroeste queer que o mundo precisava e Pascal brilha como Silva, um homem marcado pelo tempo, pelo amor e pelos segredos que carrega.
“Gladiador II”
Ainda que o foco aqui esteja em Paul Mescal, Pascal segura com força sua presença de cena, provando mais uma vez que sabe ser coadjuvante de luxo. A sequência épica de Ridley Scott já chegou aos cinemas com batalhas grandiosas, política à flor da pele e uma performance muito elogiada de Pascal, que entrega carisma, intensidade e aquele magnetismo silencioso que só ele tem.
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