A cerimônia do Oscar de 2026 marcou um momento histórico para a atriz Amy Madigan. Aos 75 anos, ela conquistou o prêmio de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em “A Hora do Mal”, retornando ao palco da premiação quatro décadas após sua primeira indicação ao Oscar.

A relação da atriz com a premiação começou em 1986, quando foi indicada na mesma categoria por sua participação em “Duas Vezes na Vida”. Na ocasião, a estatueta acabou ficando com Anjelica Huston. Agora, quarenta anos depois, Madigan volta ao evento e finalmente conquista o reconhecimento da Academy of Motion Picture Arts and Sciences.
A vitória também chama atenção por outro motivo. “A Hora do Mal” pertence ao gênero terror, algo que historicamente raramente aparece entre os vencedores das principais categorias de atuação do Oscar. Com o prêmio, Madigan passa a integrar um grupo restrito de artistas premiados por performances em produções do gênero.
Entre os casos mais lembrados está Fredric March, vencedor do Oscar de melhor ator em 1931 por “O Médico e o Monstro”. Décadas depois, Ruth Gordon conquistou a estatueta de melhor atriz coadjuvante por “O Bebê de Rosemary”, em 1968.
Nos anos 1990, o terror voltou a ganhar espaço na premiação. Kathy Bates venceu o Oscar de melhor atriz por “Louca Obsessão”, em 1990. Pouco depois, The Silence of the Lambs rendeu prêmios de atuação para Anthony Hopkins e Jodie Foster.
Antes da vitória de Madigan, a última conquista associada ao gênero havia ocorrido em 2010, quando Natalie Portman recebeu o Oscar de melhor atriz por “Cisne Negro”. O reconhecimento agora reforça o raro espaço que o terror ocasionalmente conquista na principal premiação do cinema.
Fique por dentro das novidades das maiores marcas do mundo! Acesse nosso site Marca Pop e descubra as tendências em primeira mão.






