Chega às livrarias um diário irreverente e interativo baseado no fenômeno global “A sutil arte de ligar o f*da-se”

Um dos pioneiros em criticar a positividade tóxica propagada nas redes sociais, Mark Manson conquistou o mundo com o irreverente A sutil arte de ligar o f*da-se ao expor ideias como “qualquer tentativa de escapar do negativo — evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo — falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento”. Publicado no Brasil pela Intrínseca em 2017, o livro se tornou um mega-seller traduzido para mais de 60 idiomas e com mais de 2 milhões de exemplares vendidos por aqui. Agora, em um momento crucial com o aparente fim da pandemia, Manson retorna com um verdadeiro guia prático para ligar o f*oda-se.
 
O Diário A sutil arte de ligar o f*da-se, que chega às livrarias em maio, foi construído aos poucos, a partir da demanda dos leitores por exercícios. “Este diário é uma coleção e uma expansão desses exercícios iniciais. Fiéis ao princípio do livro original, eles não lhe dirão o que valorizar ou quem se tornar, mas o ajudarão a ter uma noção mais clara do que você valoriza e de quem você deseja ser. São os passos lógicos a se seguir, partindo das perguntas levantadas no livro para aquelas que você deveria responder por si mesmo”, explica Manson.
 
Dividido em cinco seções que passeiam por temas importantes da vida, como felicidade, valores e responsabilidade, o livro oferece atividades para o desenvolvimento pessoal baseado na realidade e na premissa de que adversidades são uma constante na vida e nunca acabam — elas apenas são substituídas e/ou atualizadas. Com uma linguagem ácida e bem-humorada, o autor conduz o leitor por atividades que auxiliam a reflexão sobre emoções, valores e propósito. O formato interativo, com espaços para a anotação de ideias e pensamentos, dá o tom de diário ao livro.
 
O Diário A sutil arte de ligar o f*da-se oferece um espaço para a contemplação dos prós e dos contras da vida ao auxiliar na percepção dos momentos-chave da existência humana — os bons e os ruins, os cômicos e os trágicos —, que podem se tornar oportunidades para crescer (ou às vezes só para dar uma boa risada). A atitude sem rodeios do autor só encontra paralelo com a sinceridade que ele demonstra ao querer que o leitor de fato lute pelas coisas que mais importam.

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