Lançada originalmente em 1979, “Freak Le Boom Boom”, de Gretchen, voltou a ocupar espaço central nas conversas sobre música pop brasileira e já desponta como uma das principais apostas para o hit do verão de 2026. A faixa, que integra o álbum “My Name Is Gretchen”, ganhou nova força entre o final de 2025 e o início de 2026 após viralizar de forma orgânica nas redes sociais e plataformas de streaming.

Quase cinco décadas depois de sua estreia, a música atravessa um processo claro de redescoberta geracional, impulsionado pelo consumo rápido de vídeos curtos e pelo resgate de performances clássicas da artista. O movimento consolida mais um capítulo da relação direta entre memória afetiva, cultura pop e comportamento digital.
Lançada em 1º de abril de 1979, “Freak Le Boom Boom” foi responsável por estabelecer Gretchen como um fenômeno nacional, rendendo à cantora o título de “Rainha do Bumbum” e marcando os verões do início dos anos 1980. Em 2022, a faixa já havia sido reutilizada em uma campanha publicitária do Boticário, sinalizando um primeiro movimento de retomada, que agora se concretiza de forma muito mais ampla.
O crescimento recente da música está diretamente ligado a um novo auge memético-musical da artista. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, os números chamaram atenção nas plataformas digitais. Gretchen alcançou 106 mil ouvintes mensais no Spotify em 25 de dezembro de 2025, impulsionada quase exclusivamente pelo desempenho da faixa. Três dias depois, em 28 de dezembro, “Freak Le Boom Boom” registrou o maior pico diário de execuções de sua história no serviço.
O impacto também se refletiu nos charts orgânicos, onde a canção passou a figurar entre as mais compartilhadas do período, fortalecendo seu status como favorita para o Carnaval de 2026.
Nas redes sociais, especialmente TikTok e Instagram, o retorno do hit ganhou tração com vídeos que misturam performances históricas, como aparições no “Planeta Xuxa”, e novas coreografias criadas por usuários. Em poucos dias, milhares de vídeos foram publicados utilizando o áudio, ampliando o alcance da música para um público que sequer havia nascido quando ela foi lançada.
O engajamento também se destacou. Postagens relacionadas ao ressurgimento da faixa acumularam dezenas de milhares de curtidas e comentários, com pedidos frequentes por remixes, releituras e parcerias contemporâneas, incluindo sugestões de colaboração com nomes como Pedro Sampaio.
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