Conheça Angelo di Paiva, a nova figura da música brasileira. E ai, #BoraFechar?

angelo di paiva

Angelo di Paiva, ou Anjinho, tem 22 anos, gosta de falar de amor, seja rindo ou chorando, e lançou, em novembro, 6 músicas divertidas e sentimentais, como você nunca viu. Seu primeiro trabalho se chama “#BoraFechar?” e está disponível em todas as plataformas digitais. Seu vídeo, repostado pela “Mais Brasil”, no Instagram, passa de 11 mil visualizações.

Quando perguntado o motivo de falar de amor, num mundo onde todos já falam tanto sobre, Angelo responde: “É porque todo mundo sente, a gente compartilha das mesmas emoções quando se está amando. Mas a diferença é como eu falo, não ‘tô’ aqui dizendo que amar é ruim e que sou corno (risos), tô dizendo que vale a pena, que o amor precisa ser leve e divertido, mesmo que, eventualmente, melancólico. As pessoas se viciarem em dizer que amor vai ‘ferrar com elas’, mas não vai, é lindo, se for real e honesto. Eu sei que muitas pessoas pensam como eu e amam com carinho, ai, convido elas a ‘fechar’ comigo”.

Ao Caderno Pop, ele falou sobre a variedade de gêneros: “É como um cardápio, as pessoas escolhem o que vão ouvir. Tem Pop Rock, tem MPB, tem Funk 150 bpm, geral escuta o que toca seu coração e tá suave, é assim que tem que ser, ouvir o que toca a gente”.

“Arroba”, é sobre aquele contatinho que se quer esquecer, mas sempre rola recaída; “Fico Pra Vida” fala de saudade, daquele amor queríamos ter de novo; “Tudo Que Eu Quero” é o funk brincalhão e romântico, uma declaração sobre a “sentada gostosa” que, volta e meia, recebemos na vida; “Feito Brigadeiro”, é sobre aquela relação sempre incerta que gera angústias; e “Bora Fechar”, faixa título, diz sobre a vontade de se declarar para o (a) crush.

Assista:

Angelo di Paiva trabalhou em dois empregos para juntar o dinheiro e gravar suas músicas, e comenta: “Quando comecei a querer gravar, eu tinha 10 reais na poupança (risos), parecia impossível. Consegui um emprego de animador de festa, ‘personagem cabeção’, onde tive histórias boas e muitas crises, não foi fácil, mas deu uma graninha e estresses (risos), logo depois passei a dar aulas de teatro numa escola pública e consegui a outra parte que faltava. E tinha mais outro trampo que não rolou, por causa da pandemia”.

E no final, valeu a pena? A resposta dele é: “Sempre vale, um sonho sempre tem um gosto bom, mesmo que seja difícil. Saber que as pessoas me escutam e saber que o que compus no meu quarto, ganhou forma e hoje encontra as pessoas por ai, me deixa felizão. Quero, cada vez mais, me comunicar; a música é uma grande ‘troca de ideia’. Em dezembro sai uma versão de ‘Fico Pra Vida’, em todo lugar, e em janeiro teremos novidades também”.

E ai, #BoraFechar?

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