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Crítica: “Ad Vitam”

Texto: Ygor Monroe
12 de janeiro de 2025
em Cinemas/Filmes, Netflix, Resenhas/Críticas, Streaming

Talvez “Ad Vitam” tenha começado com a intenção de revitalizar o gênero de ação, mas o resultado final mostra-se apenas mais uma produção genérica. Disponível no catálogo da Netflix desde 11 de janeiro, o filme acompanha Franck Lazareff (Guillaume Canet), um ex-integrante do GIGN, em sua tentativa de resgatar a esposa grávida, sequestrada por um grupo criminoso. A promessa de uma trama intensa e cheia de reviravoltas logo se perde em uma execução previsível e sem inspiração.

Saiba o que chega aos cinemas em janeiro de 2025

Crítica: "Ad Vitam"
Crítica: “Ad Vitam”

O roteiro é um dos maiores culpados pela falta de identidade de “Ad Vitam”. Ele se apoia em clichês que o público já conhece de outros filmes do gênero, com perseguições previsíveis, combates filmados de maneira excessivamente trêmula e diálogos que não agregam nada à trama. O enredo, que deveria ser o coração do filme, falha em criar algo memorável, deixando o espectador com a sensação de estar assistindo a uma versão reciclada de histórias já contadas.

Guillaume Canet, no papel de Franck, entrega uma atuação competente, mas pouco marcante. Seu personagem deveria carregar o peso emocional de uma situação tão extrema, mas Canet não consegue transmitir a profundidade necessária. Para um filme que depende tanto do envolvimento com seu protagonista, essa falha é difícil de ignorar. A desconexão entre a performance do ator e as demandas do roteiro prejudica ainda mais a narrativa.

O título, “Ad Vitam”, parece carregar um significado profundo, mas sua conexão com o enredo é mínima, quase inexistente. A expressão em latim, que remete à vida ou eternidade, é mencionada de forma superficial e não se integra de maneira orgânica à história. Esse detalhe reflete a abordagem desleixada da produção, que prefere focar em cenas de ação genéricas a explorar as ideias que poderiam torná-la mais interessante.

Visualmente, “Ad Vitam” também deixa a desejar. Ao invés de usar a paisagem de Paris para criar uma atmosfera única, o filme entrega uma cinematografia desinspirada e sem identidade. As sequências de ação, que deveriam ser o ponto alto da produção, acabam sendo irritantes devido à direção caótica e à falta de um ritmo consistente.

Outro ponto controverso de “Ad Vitam” é sua representação da polícia. Ao tentar humanizar seus protagonistas, o filme acaba glorificando práticas violentas e questionáveis, transformando-se em uma espécie de propaganda disfarçada. Essa abordagem enfraquece ainda mais o impacto emocional da trama e afasta o público que busca algo mais autêntico.

Apesar dos esforços do elenco secundário, os personagens coadjuvantes são pouco desenvolvidos e não conseguem enriquecer a narrativa. O drama emocional que deveria surgir do sequestro e das decisões difíceis que Franck precisa tomar é praticamente ignorado em favor de sequências de ação que não adicionam profundidade.

No fim das contas, “Ad Vitam” é mais um exemplo de como o gênero de ação tem sofrido com a falta de originalidade. A ausência de paixão e inovação é evidente em cada aspecto do filme, tornando-o uma experiência esquecível.

⭐⭐

Avaliação: 1.5 de 5.

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Temas: Ad VitamCinemaCríticaResenhaReview

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