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Crítica: “After – Para Sempre” (After Everything)

Texto: Ygor Monroe
17 de fevereiro de 2025
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

A saga “After” chega ao fim com “After – Para Sempre”, dirigido e escrito por Castille Landon, baseado nos personagens da série de romances de Anna Todd. O quinto e último filme da franquia busca encerrar a história de Hardin (Hero Fiennes-Tiffin) e Tessa (Josephine Langford), mas falha em oferecer uma conclusão significativa. O filme e um dos destaques do catalogo do Prime Video.

Saiba o que chega aos cinemas em fevereiro de 2025

Crítica: "After - Para Sempre" (After Everything)
Crítica: “After – Para Sempre” (After Everything)

A trama acompanha Hardin, agora um autor best-seller, lidando com um bloqueio criativo após o término com Tessa. Em uma tentativa de reavaliar seu passado tóxico, ele viaja para Portugal, revisita figuras de sua trajetória e tenta se redimir. No entanto, o roteiro não aprofunda essa jornada, tornando o arco de redenção artificial e pouco convincente. A ausência de Tessa ao longo do filme compromete ainda mais a dinâmica central da franquia, reduzindo sua participação a momentos esparsos e sem impacto.

Se há um ponto positivo, é que o orçamento aparenta ter melhorado em relação aos filmes anteriores, refletido em uma cinematografia um pouco mais refinada. A introdução de Mimi Keene, conhecida por “Sex Education”, também adiciona um elemento novo à narrativa. No entanto, os demais personagens são subaproveitados, e o excesso de cenas desnecessárias dilui qualquer tentativa de envolvimento emocional. A trilha sonora, com um cover de piano de “Can’t Help Falling in Love” repetido várias vezes, se torna cansativa e pouco inspirada.

O maior problema do filme reside na tentativa de humanizar Hardin sem abordar devidamente seu histórico de comportamento manipulador. A história quer transmitir uma mensagem de perdão e redenção, mas o desenvolvimento fraco do protagonista e sua falta de crescimento real impedem qualquer conexão genuína com o público. A narrativa tenta sugerir que Hardin foi rejeitado injustamente, ignorando as ações problemáticas vistas nos filmes anteriores.

“After – Para Sempre” sofre dos mesmos problemas estruturais que assombram a franquia desde o início: atuações limitadas, diálogos artificiais, ritmo arrastado e cenas que pouco contribuem para a trama. A promessa de uma conclusão definitiva pode ser o único alívio para aqueles que acompanharam a série, mas até isso permanece incerto, considerando o histórico da Voltage Pictures em explorar ao máximo suas propriedades intelectuais.

A ausência de Tessa é um reflexo da falta de equilíbrio da saga, que sempre oscilou entre romantizar um relacionamento tóxico e tentar justificar as ações de Hardin. Se este realmente for o último capítulo, a única conquista real é o encerramento de uma franquia que se estendeu além do necessário. Qualquer possibilidade de continuação seria injustificável, dado o esgotamento narrativo evidente.

⭐⭐

Avaliação: 2 de 5.

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Temas: After - Para SempreCinemaCríticaResenhaReview

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