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Crítica: Alex Warren, “You’ll Be Alright, Kid (Chapter 1)”

Texto: Ygor Monroe
13 de maio de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

O álbum de estreia de Alex Warren, “You’ll Be Alright, Kid (Chapter 1)”, lançado em setembro de 2024, representa um movimento calculado e emocionalmente carregado dentro da cena pop contemporânea. Com 10 faixas originais e a adição do hit global “Ordinary” em sua reedição de 2025, o disco estabelece Warren como um nome a ser levado a sério dentro de um universo cada vez mais saturado por fórmulas e vozes efêmeras.

Conheça as apostas musicais de maio no Caderno Pop

Crítica: Alex Warren, "You'll Be Alright, Kid (Chapter 1)
Crítica: Alex Warren, “You’ll Be Alright, Kid (Chapter 1)

A estrutura do álbum deixa clara a proposta: um pop melancólico, cuidadosamente produzido, com arranjos que transitam entre o minimalismo acústico e um maximalismo emocional moldado por cordas, sintetizadores e estruturas de balada. Warren sabe construir atmosfera, isso é evidente desde “Burning Down”, que abre o disco com força lírica e sensibilidade visual, reforçada pela narrativa pessoal do clipe com sua esposa, Kouvr Annon. A faixa funciona como uma introdução ao tom do projeto: dor filtrada por apelo pop, confissão emocional embalada para consumo em massa.

Faixas como “Carry You Home” e “Troubled Waters” aprofundam essa estética. O primeiro, que ganhou uma versão colaborativa com Ella Henderson, investe numa instrumentação orquestral que, embora grandiosa, consegue evitar o excesso por meio de uma performance vocal sincera. Já “Troubled Waters” concentra a tensão emocional do disco, com versos que falam diretamente à insegurança e à autossabotagem, enquanto o arranjo cresce sem perder o pulso íntimo da composição.

“Before You Leave Me” sofre um pouco por carregar a já desgastada sonoridade folk-pop popularizada por bandas como Mumford & Sons e o uso da linha de guitarra que remete diretamente a “I Will Wait” denuncia um certo esgotamento estético. No entanto, a sequência do álbum se recupera com “Save You a Seat” e “Chasing Shadows”, canções que resgatam a sinceridade emocional como principal força narrativa, ainda que não apresentem grande inovação musical.

A reedição digital lançada em 2025 com a adição de “Ordinary” deu ao álbum uma segunda vida e, de fato, transformou a trajetória do projeto. A canção, que explodiu globalmente e chegou ao topo da Billboard Global 200, é um exemplo claro da capacidade de Warren de alinhar vulnerabilidade emocional com apelo comercial. Produzida por Adam Yaron com coautoria de Cal Shapiro e Mags Duval, “Ordinary” é eficiente em sua estrutura, com um refrão que gruda e uma progressão harmônica familiar, mas bem executada. Sua ascensão internacional não surpreende: trata-se de um pop emocionalmente ressonante, com linguagem universal e produção calibrada para as plataformas.

Tecnicamente, Warren demonstra domínio de dinâmica e de teoria musical. Sua formação não é amadora, e isso se reflete nos arranjos vocais bem conduzidos, no uso eficaz de camadas instrumentais e na atenção à progressão melódica. Ainda que o álbum contenha momentos de clichê pop, o projeto se sustenta pela honestidade emocional e pelo cuidado formal.

Embora haja a sensação de que algumas faixas foram projetadas para futuros remixes EDM o álbum não se rende completamente à plasticidade. Warren opera em uma zona segura, mas legítima, de expressão emocional pop. Seus vocais são potentes, sua entrega é sincera e seu senso melódico é consistente.

“You’ll Be Alright, Kid (Chapter 1)” não reinventa o pop, mas entrega uma experiência sólida, coesa e emocionalmente autêntica. Em vez de seguir o caminho dos artistas que apenas viralizam, Alex Warren parece mais interessado em construir carreira. Se o álbum é, como o título sugere, apenas o primeiro capítulo, há sinais promissores de que os próximos passos podem vir com mais ousadia e, quem sabe, um refinamento ainda maior da identidade musical que aqui se delineia.

Nota: 80/100

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