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Crítica: Christina Aguilera, “Lotus”

Texto: Ygor Monroe
10 de janeiro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Após um período de hiato “Lotus” marca um momento peculiar na carreira de Christina Aguilera. Apresentado como um renascimento pessoal e artístico, o álbum chegou com grandes promessas, mas tropeçou em sua própria ambição, entregando uma obra que, apesar de alguns momentos brilhantes, sofre com a falta de identidade e consistência.

Christina Aguilera se apresenta pela primeira vez no Brasil em 2025. A cantora realizará duas apresentações: uma como headliner do CarnaUOL 2025 e outra em um show solo no Rio de Janeiro. Para mais informações sobre ingressos, clique aqui.

Crítica: Christina Aguilera, "Lotus"
Crítica: Christina Aguilera, “Lotus”

A introdução do álbum é um dos seus pontos altos. A faixa-título cria uma atmosfera etérea com vocais processados e uma produção que remete ao experimentalismo eletrônico, sugerindo um início promissor para a jornada sonora. No entanto, é logo em “Army of Me” que o disco começa a vacilar. Vendida como uma sucessora de “Fighter”, a faixa entrega energia, mas peca pela repetitividade, parecendo mais uma tentativa desesperada de revisitar o passado do que uma evolução genuína.

O grande destaque comercial de “Lotus” foi “Your Body”, que, com sua produção radiofônica e refrão chiclete, ainda se sustenta como um exemplo sólido do pop mainstream da época. Porém, outras faixas dançantes, como “Let There Be Love”, soam genéricas e incapazes de transcender o som saturado do EDM que dominava o início da década de 2010. A falta de originalidade prejudica o impacto emocional que Christina sempre buscou imprimir em seus projetos.

No campo das baladas, “Blank Page” e “Sing For Me” são raros momentos de sinceridade e mostram o alcance vocal e a habilidade de Aguilera em narrar emoções profundas e universais. Infelizmente, essas pérolas estão imersas em um mar de composições que falham em deixar uma marca significativa.

Talvez o maior problema de “Lotus” seja sua produção inconsistente. A ausência de um colaborador visionário como Linda Perry, que foi instrumental no sucesso de “Stripped”, é evidente. Em vez disso, Aguilera optou por nomes populares na indústria, como Max Martin, que entregaram uma produção tecnicamente impecável, mas emocionalmente rasa. A tentativa de agradar a todos resultou em um álbum que não cativa nem o público fiel nem os novos ouvintes.

Em retrospecto, “Lotus” parece um esforço desorientado para equilibrar vulnerabilidade e acessibilidade comercial. Em vez de abraçar o confessionalismo que marcou alguns de seus trabalhos mais impactantes, Aguilera entregou um projeto que carece de coesão e ousadia. Apesar de algumas faixas sólidas, o álbum fracassa em ser o renascimento prometido, consolidando-se como uma entrada morna em uma discografia marcada por extremos.

Nota final: 35/100

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Temas: Christina AguileraCríticaLotusMúsicaResenhaReview

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