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Crítica: “Confiança” (Trust)

Texto: Ygor Monroe
30 de dezembro de 2025
em Cinemas/Filmes, Paramount+, Resenhas/Críticas, Streaming

Fama costuma vender a ilusão de controle absoluto. Quando a imagem pública entra em colapso, o que sobra costuma ser silêncio, isolamento e decisões tomadas no impulso. É nesse território frágil, onde reputação vira ruína e privacidade se transforma em armadilha, que a narrativa tenta se estabelecer, apostando em um suspense de confinamento que promete tensão, mas raramente a sustenta.

Crítica: "Confiança" (Trust)
Crítica: “Confiança” (Trust)

“Confiança” parte de uma ideia eficiente. Uma estrela de Hollywood se esconde do mundo em uma casa afastada, tentando desaparecer após um escândalo midiático. O problema surge quando esse refúgio passa a ser invadido por criminosos mais interessados em saque do que em empatia. O cenário é propício, o contexto conversa com discussões contemporâneas sobre exposição e cancelamento, mas o filme demonstra dificuldade em decidir qual história deseja contar. O foco oscila, os personagens disputam atenção e o suspense se dilui no meio do caminho.

A direção de Carlson Young, que em trabalhos anteriores demonstrava maior clareza narrativa, aqui parece perdida em escolhas dispersas. A montagem salta entre núcleos sem estabelecer uma hierarquia emocional clara, criando uma sensação constante de desalinhamento. O que deveria ser um jogo psicológico de sobrevivência se transforma em uma sequência de situações que não acumulam tensão. O confinamento da protagonista, que poderia ser explorado como elemento central, acaba subutilizado, reduzido a um espaço funcional que nunca se converte em verdadeiro motor dramático.

Sophie Turner entrega uma atuação correta dentro das limitações do roteiro. Sua personagem, Lauren, é apresentada como eixo da história, mas passa grande parte do tempo aprisionada em um ambiente que não evolui dramaticamente. Falta material para aprofundar suas reações, seus medos e suas contradições. Enquanto isso, os antagonistas surgem rasos, com motivações genéricas e presença pouco ameaçadora. O suspense perde força quando o perigo se torna previsível e os conflitos seguem trajetórias fáceis de antecipar.

O grande ponto fora da curva está em Katey Sagal. Sua Loretta surge quase como um elemento deslocado, trazendo um tom inesperadamente leve em meio ao caos. Em qualquer outro contexto, essa escolha pareceria equivocada, mas aqui funciona como respiro em um filme excessivamente engessado. Suas cenas oferecem ritmo, humor involuntário e uma energia que contrasta com a apatia geral da narrativa. Quando Sagal entra em cena, o filme finalmente respira, ainda que isso revele, por contraste, o quanto o restante do conjunto carece de identidade.

O roteiro falha ao priorizar personagens secundários pouco desenvolvidos em detrimento de sua protagonista. A promessa de um thriller claustrofóbico se perde em diálogos fracos, decisões ilógicas e uma atmosfera que raramente se torna opressiva. Até mesmo o espaço físico central, pensado como instrumento de angústia, permanece inexplorado em suas possibilidades visuais e simbólicas.

“Confiança” termina como um exercício frustrante. Ideias interessantes surgem, mas são rapidamente abandonadas em favor de soluções óbvias e antagonistas sem densidade. O resultado é um suspense que provoca mais estranhamento do que tensão, incapaz de transformar sua premissa em uma experiência realmente envolvente.

“Confiança”
Direção:
Carlson Young
Elenco: Sophie Turner, Billy Campbell, Cal Butler
Disponível em: Paramount +

⭐⭐⭐

Avaliação: 2.5 de 5.

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Temas: Billy CampbellCal ButlerCríticaResenhaReviewSophie Turner

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