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Crítica: “Gênio dos Desejos” (Da Irueojiljini)

Texto: Ygor Monroe
6 de outubro de 2025
em Netflix, Resenhas/Críticas, Séries, Streaming

“Gênio dos Desejos” começa como uma fábula moderna e logo se revela uma batalha filosófica disfarçada de fantasia romântica. Kim Woo-bin interpreta Iblis, um gênio exausto de séculos servindo à humanidade e de lidar com seus próprios fracassos morais. Ao despertar em pleno século XXI, ele encontra Ka Young (Bae Suzy), uma mulher pragmática, emocionalmente fria e cheia de rachaduras internas. O encontro entre os dois é mais do que um acaso: é um confronto entre fé, poder e corrupção.

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Crítica: "Gênio dos Desejos" (Da Irueojiljini)
Crítica: “Gênio dos Desejos” (Da Irueojiljini)

A série brinca com o mito do gênio de forma ousada, trocando os desejos mágicos por dilemas éticos. Aqui, desejar significa se perder um pouco mais. Ka Young é apresentada como uma alma pura, mas também carrega um passado sombrio, moldado pela dureza da avó e pelo abandono da mãe. Já Iblis, condenado a testar a humanidade, vive num ciclo de tentação e culpa que o aproxima perigosamente dos mesmos impulsos que despreza. O resultado é uma tensão constante entre o bem e o mal, com a moral sendo desmontada a cada episódio.

Há momentos em que “Gênio dos Desejos” flerta com o absurdo e o humor, mas o que sustenta a série é o jogo de espelhos entre os protagonistas. Suzy e Woo-bin constroem uma química que se move entre ironia e destruição. Ele tenta provar que todos são corruptíveis; ela, que a pureza é apenas outra forma de loucura. Esse embate, filmado com uma estética que mescla o real e o mítico, cria uma experiência visual quase hipnótica. O deserto de Dubai funciona como palco simbólico dessa luta: um lugar de isolamento, beleza e vazio espiritual.

A direção de Lee Byeong-heon e Ahn Gil-ho mantém o equilíbrio entre o drama e o espetáculo visual, apostando em cores intensas e enquadramentos que traduzem o conflito interno dos personagens. O roteiro de Kim Eun-sook, conhecido por unir fantasia e crítica social, alterna entre o melodrama e o sarcasmo, sugerindo que os desejos humanos são a moeda mais valiosa e perigosa que existe.

“Gênio dos Desejos” acaba sendo menos sobre amor e mais sobre tentação. É um retrato de dois seres quebrados que se espelham em suas imperfeições. Ka Young, com sua vontade de controlar o incontrolável, e Iblis, com sua incapacidade de compreender a empatia, formam um par que desafia as fórmulas tradicionais dos K-dramas. O que começa como um jogo de manipulação, aos poucos, se transforma em um estudo sobre culpa, desejo e o medo de ser humano demais.

O resultado é uma série provocante, visualmente arrebatadora e moralmente ambígua. “Gênio dos Desejos” questiona o que realmente significa ser puro em um mundo onde toda escolha tem um preço.

“Gênio dos Desejos”
Direção: Lee Byeong-heon e Ahn Gil-ho
Elenco: Kim Woo-bin, Bae Suzy, Ahn Eun-jin
Disponível em: Netflix

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 3.5 de 5.

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