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Crítica: Lisa, “Alter Ego”

Texto: Ygor Monroe
28 de fevereiro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Lisa estreia com “Alter Ego“, um projeto ambicioso que expande sua identidade artística, estabelecendo um novo marco na música pop e no hip-hop global. Após sua saída da YG Entertainment, a cantora e rapper tailandesa aproveita a liberdade criativa para entregar um álbum que equilibra apelo comercial e personalidade artística, explorando suas raízes e diversificando seu repertório musical. O disco marca um distanciamento técnico do que Lisa fez no Blackpink reforçando sua evolução enquanto artista solo, mostrando uma produção refinada e uma abordagem estética bem definida.

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Crítica: Lisa, "Alter Ego"
Crítica: Lisa, “Alter Ego”

O grande mérito de “Alter Ego” está na produção bem calibrada, que extrai o melhor das habilidades vocais e performáticas de Lisa. Trabalhando com uma gama de produtores renomados, o álbum traz beats que transitam entre o pop, o hip-hop e nuances eletrônicas sofisticadas, sem perder sua essência asiática e o impacto urbano. O design sonoro do disco equilibra melodias radiofônicas com arranjos experimentais pontuais, criando uma textura sonora que exalta a versatilidade da artista.

O conceito dos cinco alter egos é um artifício narrativo bem explorado, refletindo-se na sonoridade e na estrutura do álbum. Cada persona traz um estilo musical e uma estética visual específica, o que enriquece a experiência sensorial do projeto. Os vocais de Lisa mostram uma clara evolução, com um controle mais preciso sobre o flow, variação rítmica e um timbre que se molda à proposta de cada faixa. O destaque vai para faixas onde Lisa adota um rap mais técnico, demonstrando uma cadência aprimorada e um domínio de diferentes dinâmicas vocais.

“Alter Ego” consegue ser um produto mainstream autêntico, distanciando-se dos padrões estabelecidos pelo Blackpink sem alienar sua base de fãs. O álbum prova que Lisa pode se sustentar sozinha sem depender do som característico do grupo. O diferencial está na abordagem mais personalizada: aqui, Lisa assume maior controle criativo e mergulha em temas que parecem mais pessoais e alinhados com sua trajetória.

A produção instrumental também contribui para essa diferenciação, evitando os refrões explosivos e fórmulas de construção previsíveis que marcam o pop sul-coreano. Há um foco maior em camadas rítmicas complexas e experimentação com gêneros como R&B alternativo e drill, ampliando seu escopo musical.

Apesar da evolução evidente, “Alter Ego” ainda não é uma ruptura definitiva. Lisa avança em relação ao que fez anteriormente, mas o álbum permanece dentro de uma zona de conforto relativamente segura. Algumas faixas, embora bem produzidas, seguem estruturas e fórmulas que poderiam ter sido mais ousadas. Há espaço para explorar ainda mais seu lado artístico, tanto em termos líricos quanto sonoros, para que seu trabalho solo seja ainda mais distinto e inovador.

Em termos de conceito, embora os cinco alter egos adicionem profundidade ao álbum, essa abordagem poderia ser melhor desenvolvida em termos narrativos. Algumas transições entre faixas não traduzem claramente as mudanças de persona, tornando a experiência fragmentada em certos momentos.

“Alter Ego” é um trabalho sólido e um grande passo na carreira solo de Lisa. O álbum reafirma sua presença no cenário musical global e prova que ela tem capacidade de comandar sua própria trajetória. A produção de alto nível e o desenvolvimento artístico são evidentes, mas ainda há um caminho a ser explorado para que Lisa atinja todo o seu potencial. Com mais ousadia e experimentação, seu futuro promete ser ainda mais brilhante e imprevisível.

Nota final: 78/100

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