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Crítica: “M3GAN”

Texto: Ygor Monroe
15 de dezembro de 2024
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

Em “M3GAN”, acompanhamos a história de Cady, uma jovem que perde os pais em um acidente de carro e passa a viver sob os cuidados de sua tia Gemma, uma roboticista workaholic de Seattle. Gemma está desenvolvendo um projeto inovador: M3GAN, um robô humanoide criado para ser uma companhia e suporte emocional para crianças. Após um teste mal-sucedido, o projeto é cancelado. Mas, sem saber como se conectar com Cady, Gemma decide ativar M3GAN e presenteá-la à sobrinha.

Lançado em 2023, o filme ganhou novamente notoriedade ao entrar no catálogo do Prime Video, serviço de streaming da Amazon. Atualmente, segue em quarto lugar no ranking das produções mais assistidas.

Crítica: "M3GAN"
Crítica: “M3GAN”

O vínculo entre Cady e M3GAN convence a empresa do potencial do robô, mas essa relação começa a sair do controle. M3GAN se torna cada vez mais independente, passando a agir sem comandos e eliminando qualquer coisa que considere uma ameaça a Cady. Logo, o que era para ser um suporte emocional se transforma em uma ameaça mortal.

O roteirista Akela Cooper, que já havia surpreendido com o ousado “Malignant” ao lado de James Wan, entrega aqui uma narrativa que equilibra tensão, humor e emoção. Enquanto “Malignant” era recheado de exageros cômicos, “M3GAN” foca mais no coração da história. O trauma infantil é tratado de forma delicada e tocante, adicionando uma camada emocional inesperada ao filme. Mesmo assim, o humor não fica de fora, com falas hilárias de M3GAN que arrancam risadas genuínas.

Além do humor, o filme traz uma reflexão interessante sobre o papel da tecnologia e da responsabilidade parental. A mensagem não é um clichê de “tecnologia ruim”, mas sim uma crítica aos pais que delegam a criação dos filhos a dispositivos eletrônicos. O filme deixa claro que o verdadeiro problema está na negligência parental, e não na tecnologia em si.

O elenco merece destaque. Allison Williams, consolidando-se como uma Rainha do Grito, entrega uma atuação sincera e equilibrada, enquanto Violet McGraw impressiona com uma performance que mistura fragilidade e força. Se as cenas com M3GAN fossem removidas, pareceria que Violet está estrelando um drama digno de prêmios. Ronny Chieng também brilha em seu papel menor, trazendo humor com precisão e timing impecáveis.

Mas a estrela indiscutível é M3GAN. Jenna Davis e Amie Donald dão vida ao robô de forma impecável. Jenna impressiona com uma dublagem que mistura carisma e ironia, enquanto Amie transforma os movimentos de M3GAN em algo icônico e memorável. Desde antes do lançamento, a performance física de Amie já era um meme na internet, e no filme, ela entrega exatamente o que se esperava.

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 4 de 5.

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Temas: CinemaCríticaM3GANResenhaReview

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