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Crítica: “Maxton Hall – O mundo entre nós” (Maxton Hall – Die Welt zwischen uns) – segunda temporada

Texto: Ygor Monroe
10 de outubro de 2025
em Amazon Prime Video, Resenhas/Críticas, Séries, Streaming

Toda escola de elite tem seus segredos, mas em “Maxton Hall – O mundo entre nós” eles são o motor de uma história sobre poder, desejo e desigualdade. A série alemã, inspirada no livro “Save Me” de Mona Kasten, transforma o velho clichê do “garoto rico e garota bolsista” em um estudo sobre como as relações humanas se moldam sob o peso do privilégio.

Crítica: "Maxton Hall - O mundo entre nós" (Maxton Hall - Die Welt zwischen uns) - segunda temporada
Crítica: “Maxton Hall – O mundo entre nós” (Maxton Hall – Die Welt zwischen uns) – segunda temporada

Ruby Bell (Harriet Herbig-Matten) é uma estudante bolsista que tenta sobreviver entre herdeiros, sobrenomes e olhares que medem mais do que avaliam. Seu plano é simples: passar despercebida e conquistar uma vaga em Oxford. Mas tudo se desfaz quando ela presencia um escândalo envolvendo Lydia Beaufort, irmã de James (Damian Hardung), um dos alunos mais influentes da instituição. O segredo que Ruby carrega passa a ser a moeda mais valiosa de Maxton Hall.

O que poderia ser apenas mais uma trama de romance colegial se transforma em algo mais interessante quando o roteiro entende que, em um ambiente de poder, até o amor é um jogo político. James tenta silenciar Ruby com dinheiro, mas ela se recusa a ser comprada. O conflito entre os dois se transforma em uma tensão crescente, onde a atração surge não da química instantânea, mas da colisão entre valores opostos.

A fotografia elegante e a ambientação luxuosa da série reforçam essa dualidade. Tudo em “Maxton Hall” parece limpo demais, polido demais, bonito demais o contraste perfeito para o desconforto moral que se instala a cada episódio. É um mundo que vende perfeição, mas vive de aparências. A cada corredor, um segredo. A cada olhar, uma tentativa de domínio.

Ainda que o roteiro não fuja das convenções do gênero, a força está no modo como a direção de Martin Schreier e Tarek Roehlinger equilibra o drama e o desejo. A narrativa se mantém envolvente porque entende que a verdadeira batalha não é entre Ruby e James, mas entre os dois e o sistema que os moldou. Ele representa o privilégio que compra o silêncio. Ela, a coragem de quem aprendeu a viver sem depender de ninguém.

Maxton Hall é o tipo de série que entrega mais do que promete. Por trás do romance, há um retrato de como as hierarquias se perpetuam mesmo nas gerações mais jovens. Ruby luta por mérito, James luta por controle e ambos descobrem que amar alguém significa, inevitavelmente, ceder o poder.

No fim, o que permanece é a sensação de que essa história poderia acontecer em qualquer lugar do mundo. Escolas de elite, segredos e paixões proibidas continuam sendo espelhos da sociedade: belas por fora, desiguais por dentro.

“Maxton Hall – O mundo entre nós”
Direção: Martin Schreier, Tarek Roehlinger
Elenco: Harriet Herbig-Matten, Damian Hardung, Fedja Van Huet
Disponível em: Prime Video

⭐⭐⭐

Avaliação: 3 de 5.
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