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Crítica: “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (Mission: Impossible – Fallout)

Texto: Ygor Monroe
12 de maio de 2025
em Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas

“Missão: Impossível – Efeito Fallout” é a culminação de tudo o que a série construiu até aqui: um espetáculo de ação absolutamente imersivo, sustentado por personagens sólidos, narrativa emocionalmente engajada e uma execução técnica que desafia o impossível. Dirigido novamente por Christopher McQuarrie, o sexto capítulo da franquia não apenas entrega, mas redefine os padrões do cinema de ação.

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Crítica: "Missão Impossível - Efeito Fallout" (Mission Impossible - Fallout)
Crítica: “Missão Impossível – Efeito Fallout” (Mission Impossible – Fallout)

O enredo coloca Ethan Hunt (Tom Cruise) diante de uma ameaça nuclear global e de fantasmas pessoais inescapáveis. O retorno de Solomon Lane (Sean Harris) impõe um novo dilema moral ao protagonista: até que ponto salvar o mundo justifica sacrificar os laços pessoais e a própria alma? A narrativa trabalha esse embate interno com mais profundidade do que qualquer outro filme da franquia, consolidando um arco dramático que se constrói desde o terceiro capítulo.

Henry Cavill, como o agente August Walker, representa o antagonismo físico em sua forma mais brutal. Sua presença em cena é intimidante, metódica e cruel. Cavill traz uma fisicalidade que contrasta perfeitamente com o estilo tático e cerebral de Ethan. A coreografia da luta no banheiro, por exemplo, é um exemplo magistral de realismo coreografado com precisão cirúrgica. A sequência não se sustenta em cortes rápidos, mas em tomadas prolongadas que colocam o espectador no centro do impacto.

Visualmente, McQuarrie e o diretor de fotografia Rob Hardy transformam “Fallout” em um épico moderno, onde cada cena parece ter sido construída com uma obsessão minuciosa por enquadramentos, movimento de câmera e alternância de formatos de tela. O uso dinâmico do IMAX intensifica a imersão, especialmente nas sequências aéreas.

Há também uma elegância inesperada. A cena em Paris, com sua estrutura labiríntica de perseguições e manipulações cruzadas, remete aos thrillers clássicos de espionagem, enquanto a sequência em Londres carrega o peso emocional mais denso da franquia. Michelle Monaghan retorna como Julia para encerrar, com ternura e dignidade, um ciclo emocional que atravessou os filmes anteriores. A maneira como McQuarrie resolve essa subtrama é sutil, madura e absolutamente eficaz, elevando o impacto de cada decisão de Ethan.

O roteiro, mais do que eficiente, é um exercício de precisão dramática. Ao longo do filme, as escolhas colocam o espectador diante de becos narrativos que parecem insolúveis — apenas para revelar, com engenhosidade, saídas elegantes e surpreendentes. Essa lógica remete ao tipo de narrativa que Vince Gilligan desenvolvia em “Breaking Bad”: espremer o protagonista até o limite, só para depois reconstruí-lo com lógica, coração e técnica.

A coesão entre os membros da equipe IMF é outro ponto de força. Simon Pegg e Ving Rhames oferecem contrapontos emocionais e cômicos na medida certa, criando um elo que sustenta Ethan e humaniza o caos à sua volta. Rebecca Ferguson retorna como Ilsa Faust com ainda mais ambiguidade, ampliando o jogo de confiança e dilemas éticos.

“Fallout” é o ápice de uma franquia que soube amadurecer com seu protagonista. O filme alterna tensão e catarse com uma fluidez rara, abraça o absurdo do gênero sem comprometer o comprometimento emocional do elenco e trata sua audiência com respeito — oferecendo inteligência, espetáculo e risco em níveis altíssimos.

Dificilmente será superado dentro da própria série. Trata-se de um dos melhores filmes de ação do século XXI, com ritmo implacável, acrobacias históricas e densidade dramática incomum ao gênero. Em um mundo dominado por efeitos digitais e fórmulas repetitivas, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” é cinema feito à mão, com suor, propósito e uma crença inabalável na magia do impossível.

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 4 de 5.

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