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Crítica: Rebecca Black, “Salvation”

Texto: Ygor Monroe
4 de março de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Rebecca Black percorreu um longo caminho desde o fenômeno viral de “Friday” até se consolidar como uma força legítima no universo do hyperpop e do EDM. Com “Salvation“, seu mais novo LP, a cantora solidifica sua identidade artística com um disco vibrante, enérgico e destemido. Enquanto “Let Her Burn” já havia sinalizado sua evolução, este novo trabalho mostra Rebecca mais confiante e ousada.

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Crítica: Rebecca Black, "Salvation"
Crítica: Rebecca Black, “Salvation”

O grande trunfo de “Salvation” está na produção pulsante, que abraça sem medo a eletrônica maximalista e os excessos do pop futurista. “Tears In My Pocket” se destaca por sua transição dramática de uma balada atmosférica para um drum’n’bass carregado de emoção, enquanto “Sugar Water Cyanide” aposta em um bubblegum bass ácido e viciante. Rebecca Black domina o espaço sonoro com vocais que transitam entre o doce e o agressivo, refletindo a dualidade entre vulnerabilidade e poder presente em toda a tracklist.

Há momentos de pura catarse pop, como “Trust!“, uma explosão de electro-house que poderia facilmente figurar nos melhores momentos da carreira de Lady Gaga. “Do You Even Think About Me?” segue uma estrutura progressiva que mescla trance e electropop, entregando um dos momentos mais ambiciosos do disco. Já “Twist The Knife” traz uma abordagem mais acessível, equilibrando influências de discoteca contemporânea com um toque sombrio que lembra as melhores faixas de Kim Petras.

Se há um ponto fraco em “Salvation“, talvez seja “American Doll“, que, embora bem produzida, acaba parecendo genérica diante das faixas mais inovadoras do álbum. No entanto, sua presença não compromete o impacto geral do projeto, que se mantém coeso e dinâmico durante seus curtos, porém intensos, 21 minutos de duração.

Liricamente, Rebecca Black se apropria de sua narrativa e transforma sua arte em um manifesto de aceitação e libertação. O álbum ressoa especialmente entre a comunidade LGBTQ+, incorporando temas de empoderamento e celebração da identidade sem soar forçado ou superficial. A evolução da cantora é nítida, e “Salvation” reforça que a cantora merece reconhecimento como uma das vozes mais intrigantes do gênero atualmente.

Se havia alguma dúvida sobre a capacidade de Rebecca Black de se reinventar, “Salvation” responde de forma definitiva. Com produção afiada, composições magnéticas e uma abordagem destemida, este disco a posiciona como uma verdadeira estrela do pop alternativo, afastando qualquer resquício de seu passado como um meme da internet. Quem ainda não levou Rebecca a sério precisa ouvir este álbum e reconsiderar.

Nota final: 78/100

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Temas: CríticaLançamentoMúsicaRebecca Black

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