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Crítica: “Transformers: O Início” (Transformers One)

Texto: Ygor Monroe
26 de setembro de 2024
em Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas

Imagine um mundo sem humanos, sem carros que viram robôs em meio ao trânsito, e sem explosões colossais destruindo cidades enquanto os Autobots tentam salvar o dia. Bem, este é o cenário que “Transformers: O Início” nos apresenta. Em vez de focar nas batalhas épicas na Terra, o filme nos leva de volta ao princípio de tudo, no planeta Cybertron, onde as engrenagens de uma das rivalidades mais icônicas da ficção científica começaram a girar. Optimus Prime e Megatron não eram apenas adversários mortais. Antes de toda a destruição, eles eram amigos , quase irmãos. Mas, como diz o ditado: “As melhores amizades podem virar as piores inimizades“. E aqui, isso vira literalmente guerra.

Crítica: “Transformers: O Início” (Transformers One)
Crítica: “Transformers: O Início” (Transformers One) | Foto: Reprodução

“Transformers: O Início” é como aquele refresco que você não sabia que precisava depois de uma maratona de filmes cheios de explosões sem muito contexto. Finalmente, temos uma história de origem que foca mais no desenvolvimento de personagens e menos em um concurso para ver quem explode mais coisas. A trama está centrada em Optimus Prime (ou melhor, Orion Pax, seu nome antes de ganhar status de líder) e Megatron (ou D-16, se você quiser ser específico), e como essa amizade desmoronou de maneira espetacular. E sim, prepare-se para a nostalgia: Bumblebee também dá as caras, com sua fofura habitual.

Se você está familiarizado com o universo Transformers, vai navegar tranquilamente entre termos como “Energon” e “Autobots vs. Decepticons“. Para os não iniciados, pode parecer um mergulho fundo em um mar de informações técnicas, mas, com paciência, a história se desenrola bem. As interações entre Optimus e Megatron, especialmente, têm uma camada de complexidade que adiciona profundidade à narrativa. É a história de dois líderes, dois ideais opostos, e como suas decisões moldaram o destino de um planeta inteiro.

Mas, claro, não vamos esquecer a ação. Afinal, o que seria um filme de Transformers sem cenas de luta épicas? Só que desta vez, elas têm mais propósito. O filme evita aquela overdose de destruição sem contexto, optando por batalhas com um pouco mais de emoção e menos caos descontrolado. Se você já se cansou da fórmula “explosão por explosão“, vai achar essa mudança uma grata surpresa.

Se há uma falha, talvez seja a forma como algumas personagens femininas são deixadas em segundo plano. Ainda estamos naquela luta para ver robôs mulheres com mais relevância na trama. Mas, considerando a história principal, é um detalhe que não rouba o brilho do filme.

Por fim, o humor leve também faz sua aparição, de forma bem dosada. Nada muito exagerado, mas o suficiente para arrancar algumas risadas entre uma cena de tensão e outra. Ah, e a trilha sonora? Sutil, quase imperceptível – o que, honestamente, é bom, já que deixa espaço para as cenas falarem por si.

“Transformers: O Início” acerta ao nos mostrar como essa saga de robôs gigantes começou. Um filme que equilibra bem ação e história, e que nos faz ansiar pelo momento em que esses Autobots finalmente retornem à Terra. Até lá, ficamos nos perguntando: onde será que eles trocam os pneus?

O filme estreou hoje (26) nos cinemas brasileiros. Para mais informações sobre sessões, clique aqui.

⭐⭐⭐

Avaliação: 3 de 5.

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Temas: CríticaResenhaReviewTransformers: O Início

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