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Crítica: Venturing, “Ghostholding”

Texto: Ygor Monroe
16 de fevereiro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Jane Remover retoma o projeto Venturing com “Ghostholding“, um trabalho que expande e refina a transição sonora iniciada em “Census Designated“. Se anteriormente o post-rock e o shoegaze serviam como uma base difusa para suas experimentações, agora a artista estrutura uma abordagem mais definida, aproximando-se do indie rock, noise pop e emo com um peso instrumental mais pronunciado e uma produção mais controlada.

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Crítica: Venturing, "Ghostholding"
Crítica: Venturing, “Ghostholding”

A arquitetura sonora de “Ghostholding” se destaca pelo uso criterioso das guitarras, que atravessam o disco alternando entre camadas atmosféricas e riffs incisivos. A distorção é menos turva do que nos trabalhos anteriores, permitindo que a instrumentação respire e criando espaço para uma seção rítmica mais presente. O baixo surge com texturas saturadas, reforçando a base harmônica e dialogando com uma bateria que, ainda que não traga uma abordagem tecnicamente complexa, conduz as composições com um senso de urgência e dinamismo bem articulado.

O maior acerto do disco está na sua coesão instrumental. Enquanto projetos anteriores de Jane Remover apresentavam faixas que pareciam operadas por diferentes abordagens de produção, “Ghostholding” soa como uma obra concebida de maneira orgânica, sem perder a assinatura etérea e evocativa que marca a carreira da artista. As guitarras, ainda carregadas de reverb, agora possuem um direcionamento mais melódico e menos abstrato, permitindo uma interação mais fluida entre os elementos harmônicos e percussivos.

A mixagem do álbum também reflete essa evolução. A distorção, antes uma muralha sonora intransponível, agora é melhor distribuída, realçando as nuances dos timbres e concedendo maior profundidade ao espaço estéreo. As melodias vocais, que em alguns momentos anteriores pareciam afogadas no mar de efeitos, aqui encontram maior nitidez, preservando a identidade onírica do som sem comprometer a inteligibilidade das letras.

Se a primeira metade do álbum ensaia uma abordagem mais contida, com transições cuidadosas e construção gradual das dinâmicas, a segunda metade abraça plenamente a energia visceral do noise pop e do emo, destacando um trabalho de guitarras mais agressivo e seções rítmicas mais pulsantes. É aqui que o disco atinge seu ponto de maturação, consolidando a proposta sonora sem sacrificar o impacto emocional.

“Ghostholding” representa um passo firme na trajetória de Jane Remover, reafirmando sua capacidade de transitar entre gêneros e refinar sua identidade sonora. Enquanto o próximo lançamento solo da artista, “Revengeseekerz“, permanece no horizonte, este álbum demonstra que sua evolução está longe de um ponto de estagnação. Ao contrário, a sonoridade aqui explorada sugere novas direções e possibilidades, mantendo Jane Remover como um dos nomes mais instigantes da cena alternativa.

Nota final: 90/100

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Temas: CríticaGhostholdingLançamentoMúsicaResenhaReviewVenturing

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