A Diamond Films confirmou a estreia de “Destruição Final 2“ exclusivamente nos cinemas brasileiros em 5 de fevereiro de 2026. A produção dá continuidade ao thriller de desastre lançado em 2020 e amplia o escopo da narrativa ao explorar um mundo devastado após o impacto que mudou o destino da humanidade.

Ambientado anos depois da colisão do cometa que dizimou grande parte da Terra, o novo filme acompanha a família Garrity fora do bunker onde sobreviveu desde o primeiro longa. Diante da escassez de recursos e da instabilidade do planeta, o grupo é forçado a abandonar a base na Groenlândia e atravessar o que restou da Europa, agora transformada em um território congelado, hostil e sem qualquer estrutura social, em busca de um novo local para recomeçar.
O elenco principal retorna quase intacto. Gerard Butler volta ao papel de John Garrity, enquanto Morena Baccarin reprisa Allison Garrity. Roman Griffin Davis interpreta Nathan, o filho do casal, agora adolescente após anos de isolamento no bunker, o que adiciona uma nova camada emocional à história.
A direção permanece sob o comando de Ric Roman Waugh, que também esteve à frente do primeiro filme. O roteiro é assinado por Chris Sparling e Mitchell LaFortune, mantendo a proposta de um cinema de desastre focado na sobrevivência humana e nas consequências psicológicas de um mundo em colapso.
As filmagens aconteceram entre abril e julho de 2024, com locações no Reino Unido e na Islândia. Cidades britânicas como Alton, em Hampshire, passaram por intervenções visuais para representar o cenário pós-apocalíptico, enquanto os estúdios de Shinfield e áreas de Londres também serviram de base para a produção. Já a Islândia foi escolhida para retratar tanto os arredores do antigo bunker quanto as vastas paisagens congeladas da Europa devastada.
No aspecto técnico, “Destruição Final 2” aposta fortemente em efeitos práticos para ampliar a sensação de realismo. Um dos destaques foi a construção de um enorme cenário de bunker montado sobre uma plataforma hidráulica, capaz de simular tremores e colapsos em tempo real, permitindo que dezenas de atores vivenciassem fisicamente as cenas de destruição. A fotografia, assinada por Martin Ahlgren, reforça a proposta de uma natureza agressiva e imprevisível, captando tempestades e alterações geográficas reais sempre que possível.
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