Antes mesmo de a bola rolar, a Final da Kings World Cup Nations 2026 já havia cumprido um de seus principais objetivos. O Allianz Parque, em São Paulo, se transformou em um grande palco de cultura urbana com um Music Show comandado por MC PH, MC Marks e DJ Japa NK, definindo o tom da noite desde os primeiros momentos.
Sob chuva e diante de um público numeroso, o evento foi pensado para ser vivido e compartilhado, indo além do resultado esportivo. As apresentações musicais não funcionaram como um complemento, mas como parte central da experiência proposta pela Kings, que une futebol, identidade de rua e espetáculo global.
A música ocupou o centro da arena e criou uma atmosfera de celebração coletiva. O funk brasileiro tomou conta do estádio, conectando o público à proposta estética do torneio e elevando a final a um patamar cultural antes mesmo do apito inicial.
Um dos momentos mais aguardados foi a apresentação de MC Marks, que levou ao palco “Lá Vem Golaço”, hino oficial da competição. A canção, que acompanhou todo o torneio, ganhou outra dimensão ao vivo, com o estádio completamente integrado ao momento. Ao lado de MC PH e com as bases de DJ Japa NK, o Music Show funcionou como um manifesto cultural, reforçando o Brasil como referência estética e sonora dentro do universo Kings.
Com o público já conectado pela música, a noite seguiu para o seu segundo ato. Dentro de quadra, a final manteve a intensidade criada fora dela. Empurrado pela torcida, o Brasil venceu o Chile por 6 a 2 e conquistou o título da competição, garantindo o bicampeonato mundial.
Leleti Garcia e Lipão Pinheiro marcaram duas vezes, enquanto Matheus Dedo e Kelvin Oliveira completaram o placar brasileiro. Pelo lado chileno, Nacho Herrera e Mathías Vidangossy balançaram as redes. O gol de Kelvin no Matchball selou o resultado e abriu espaço para a comemoração definitiva no Allianz Parque.
O jogo refletiu a evolução da seleção brasileira ao longo do torneio. Após um início irregular, o time embalou uma sequência dominante até a final, onde soube administrar momentos de pressão e transformar a decisão em festa.
Ainda assim, o resultado esportivo foi apenas parte da narrativa. O grande destaque da noite foi a forma como a Kings World Cup Nations 2026 construiu um evento que colocou música, futebol e cultura pop no mesmo nível de importância, dialogando diretamente com um público jovem e digital.
Ao fim da final, ficou claro que o torneio segue crescendo porque entende o futebol como ponto de partida, e não como limite. Em São Paulo, a música abriu caminhos, o jogo confirmou expectativas e o Allianz Parque se consolidou como símbolo de uma nova forma de viver grandes eventos esportivos e culturais.
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