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Final explicado de “Superman”

Texto: Ygor Monroe
9 de julho de 2025
em Cinemas/Filmes

Chegou a hora de falar sério sobre o novo DCU. “Superman”, o filme que abre oficialmente a fase de James Gunn nos cinemas, não tenta reinventar só o herói mais icônico dos quadrinhos. Ele é o primeiro tijolo de um universo que promete durar pelo menos uma década, mas já mostra que o caminho vai ser cheio de curvas. O final do longa é o tipo de desfecho que mais provoca perguntas do que dá respostas, e tudo isso faz parte do charme desse novo capítulo.

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Final explicado de "Superman"
Final explicado de “Superman”

Vamos direto ao ponto. Lex Luthor, interpretado por Nicholas Hoult, termina atrás das grades. O bilionário maníaco, responsável por manipular guerras e quase acabar com Metrópolis, é desmascarado e preso. Só que isso está longe de ser o fim. Se você acha que a DC vai desperdiçar o maior vilão do Superman assim, pode tirar o cavalinho da chuva. Peter Safran, o chefão do DC Studios ao lado de Gunn, já deixou escapar que Lex terá um papel decisivo nos próximos filmes, provavelmente liderando a ala política contra os meta-humanos.

E falando em meta-humanos, esse é o ponto que pode virar a espinha dorsal do DCU. O governo americano está em alerta máximo. Rick Flag Sr., vivido por Frank Grillo, agora é Secretário de Defesa e já trabalha em conjunto com Amanda Waller. O recado é claro: meta-humanos são vistos como bombas-relógio ambulantes, capazes de impedir ou começar guerras. Isso abre caminho para adaptações de histórias como “Absolute Power”, onde Waller tenta controlar toda a comunidade sobre-humana. O medo do governo é um tempero que Gunn promete usar bastante.

Mas quem rouba a cena no terceiro ato é Bizarro. Mesmo sem ser chamado explicitamente pelo nome, fica evidente que aquele clone troncho do Superman, criado pelo próprio Lex, é a versão deste universo do famoso anti-herói. Ele surge como um Superman meio burro, caricato, que no fim é jogado em um buraco negro. A aposta é que, do outro lado, exista o Bizarroworld, planeta invertido que faz parte de várias HQs e que Gunn já demonstrou adorar, citando “Grandes Astros Superman” como influência.

Outro ponto que planta sementes para o futuro é a tal “Gangue da Justiça”. Um nome que só Guy Gardner (Lanterna Verde de Nathan Fillion) e Metamorfo (Anthony Carrigan) parecem curtir, mas que serve para mostrar que existe um proto-time de heróis financiado por Maxwell Lord. No fim do filme, eles adquirem o prédio que será o Hall da Justiça. Pode apostar que isso vai crescer para virar algo mais ambicioso, talvez até se firmar como a Liga da Justiça que a DC quer reconstruir.

E tem a Supergirl. Milly Alcock faz uma aparição rápida, meio etílica, buscando Krypto para aventuras no espaço. Gunn planta aqui a personalidade que veremos em “Supergirl: A Mulher do Amanhã”, que chega em 2026. Nos quadrinhos, Kara vive em planetas com sóis vermelhos para ficar vulnerável e poder se embriagar. O filme faz esse aceno quase como um easter egg, mas serve para situar o público no tom que vem aí.

Resumindo: o final de “Superman” é um amontoado organizado de pistas, recados e provocações. Ele fecha o arco principal do filme, mas abre janelas demais para o que pode virar o DCU. O governo desconfiado, Lex preso mas cheio de planos, uma Liga ainda em rascunho e um clone perdido num buraco negro. Gunn faz o que gosta: constrói universos brincando de dominó, colocando peças que mais tarde vão cair espetacularmente.

Afinal, o filme tem cenas pós-créditos?

Tem sim. E são duas. A primeira aparece logo no meio dos créditos e é quase uma pintura: Superman e Krypto brincando na lua, uma imagem tirada diretamente das páginas de “Grandes Astros Superman”. Um lembrete visual do tom mais lúdico e poético que Gunn quer dar ao herói.

Já a segunda cena é pura piada interna. Mostra o Sr. Incrível, vivido por Edi Gathegi, tentando se conformar com uma rachadura num prédio de Metrópolis que claramente não ficou do jeito matematicamente perfeito que ele queria. Superman dá uma zoada no colega, que fica visivelmente frustrado. Não é nada que avance o universo, mas reforça o clima de camaradagem e a leveza que James Gunn prometeu entregar nesse novo DCU.

No fim das contas, “Superman” é a primeira peça de um quebra-cabeça enorme. Pode não ser o filme que resolve tudo, mas deixa claro que a DC finalmente tem um plano. E, pelo visto, vai se divertir muito no processo.

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