Quem passou pelo primeiro final de semana do The Town 2025 percebeu rápido: a Johnnie Walker não se limita a servir whisky, ela decidiu se colocar dentro da cultura musical. A ativação “Passos que mudam o ritmo do mundo” entregou uma experiência que vai além do copo. Em sessões de 20 minutos, grupos de até 15 pessoas transformam seus próprios passos em batidas, criando uma música inédita a cada participação. Quem entrou na dinâmica saiu com brindes exclusivos, como capas protetoras para tênis, pins colecionáveis e até um welcome drink, mas principalmente com a sensação de fazer parte de uma narrativa maior.
- 49ª Mostra de SP apresenta “Bugonia”, novo filme do diretor Yorgos Lanthimos
- Final explicado: “Wandinha”, segunda temporada – parte 2
- Guia de sobrevivência no The Town 2025
O mote “passos que mudam o ritmo do mundo” não foi escolhido à toa. Em entrevista, Paloma Di Santo, diretora de scotch da Diageo, explicou que a caminhada sempre foi metáfora de progresso para a marca, e que agora esse progresso ganha tradução pela música. Para ela, os passos são símbolo de avanço, um signo que representa movimento e evolução. E é aí que a música entra como peça central. “A música preserva a história, gera conexão, junta pessoas e marca épocas. Basta ouvir uma canção dos anos 90 para entender todo o espírito daquela década. Essa é a prova de que a música faz a cultura progredir”, disse.
A ativação no The Town trouxe esse raciocínio para o corpo. Em meio às projeções luminosas que destacam o espaço de longe, a Johnnie Walker celebrou oito passos icônicos que viraram símbolos culturais. Entre eles estão o Vogue, o Scissor Kick e até movimentos atuais, como o Toast, que nasceram em subculturas e hoje circulam globalmente. Segundo Paloma, o detalhe é justamente o que constrói relevância: “quando um passo ganha a rua e passa a ser performado por qualquer pessoa, ele vira cultura. E é pela cultura que uma marca se estabelece de verdade”.
Esse foi o pontapé inicial de uma nova plataforma global de música que a Johnnie Walker começa a estruturar a partir do The Town. A ideia é usar a música como linguagem universal para contar histórias e se conectar com públicos diversos. O festival em São Paulo foi a primeira grande aparição dessa plataforma, mas não a última. A marca já anunciou parcerias de longo prazo com artistas como Sabrina Carpenter, aproveitando a força do pop atual, e projeta novas colaborações com nomes internacionais e locais. “A música está no funk, no soul, nas redes sociais e no palco. O que buscamos é estar presente nesse fluxo, porque nosso maior market share hoje não é só de vendas, é de atenção”, destacou Paloma.
O resultado no The Town mostra que essa estratégia faz sentido. De perto ou de longe, a experiência da Johnnie Walker se impõe visualmente e conceitualmente. O público saiu com brindes desejados, fotos para as redes e, sobretudo, a percepção de que a marca está inserida em um território maior do que o universo dos destilados. A Johnnie Walker decidiu disputar a cultura e a música como espaço legítimo e usou o festival para dar seus primeiros passos nessa direção.
Fique por dentro das novidades das maiores marcas do mundo! Acesse nosso site Marca Pop e descubra as tendências em primeira mão.