Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
Sem resultados
Ver todos os resultados

Liza Lou lança “Doce Confusão” e fala sobre a maturidade em seu EP de estreia

Texto: Eduardo Fonseca
29 de agosto de 2025
em Entrevistas, Música

Uma das vozes mais promissoras da nova geração da música brasileira, Liza Lou lançou seu primeiro EP, “Doce Confusão”. O trabalho, que chegou às plataformas no dia 28 de agosto, celebra uma nova fase da carreira da artista, mais madura e conectada à sua essência. Composto por cinco faixas que unem pop, MPB, samba e referências afro-brasileiras, o EP é um mergulho em composições autorais que falam de afeto, memória e força feminina.

Em entrevista para o Caderno Pop, Liza Lou fala sobre o processo de criação, a dualidade de seu novo trabalho e seus próximos passos.

Liza Lou lança "Doce Confusão" e fala sobre a maturidade em seu EP de estreia

Você está lançando seu primeiro EP, “Doce Confusão”. Como nasceu esse projeto e o que ele representa nesse momento da sua carreira?

Doce confusão é um projeto entre safras: um respiro, um teste, um mergulho na minha redescoberta como artista. Nasceu simples, em casa, e ganhou força no encontro com meu público. É nessa mistura de caos e beleza que sigo me redescobrindo e me reinventando.

O nome do EP carrega um contraste bonito entre força e delicadeza. Como você enxerga essa “doce confusão” dentro da sua própria trajetória pessoal e artística?

Doce confusão é exatamente o que eu vivo como artista e como pessoa: o caos das emoções, das escolhas, das transformações. É também o lado doce de se permitir sentir tudo isso e transformar em música. Eu enxergo esse EP como um retrato desse momento da minha trajetória: bagunçado, intenso, mas ao mesmo tempo cheio de beleza e descobertas.

O repertório traz composições autorais e também músicas que já tinham chamado a atenção do público, como “PSIU” e “Meu Dengo”. Como foi o processo de escolha das faixas e o que conecta todas elas em uma mesma narrativa?

Todas as faixas foram escritas a partir de situações que eu vivi. Acho que esse é o principal fio condutor. Eu costumo escrever minhas músicas em tempo real, então as faixas foram sendo criadas de acordo com os acontecimentos. Foi fácil entender que uma narrativa estava sendo criada a partir dessas canções. Daí, foi só decidir lançar e comunicar essa nova fase.

Em “Isso É Viver” você convida a desacelerar e valorizar o presente, enquanto em “Samba com Beleza” celebra a alegria do cotidiano. Esses temas refletem aprendizados pessoais seus?

Sim! “Isso É Viver” eu escrevi num momento de estafa mental. Ano passado, eu estava esgotada, querendo um refúgio, precisando de um tempo sozinha para assimilar tantas coisas (boas e não tão boas assim) que estavam acontecendo ao mesmo tempo. Eu negligenciei muito esse descanso que meu corpo e minha mente estavam pedindo. Lembro de ter ido para uma praia no meio do nada, só para respirar, e ter vindo na minha cabeça ‘eu quero um tempo sozinha para sei lá o que’. Escrever ‘Isso É Viver’ foi a maneira mais direta que minha mente achou para dizer que eu estava precisando ignorar as notificações do WhatsApp, dizer mais nãos, ir à praia e dormir mais. ‘Samba com Beleza’ é gigante! Nasceu num momento de muita dor, onde eu só tive a opção de levantar e seguir minha vida. Ela surgiu de maneira espontânea durante esse processo de transformação e amadurecimento que eu vivi.

Seu público se acostumou a te ver cantando com o Cristo Redentor ao fundo, em registros intimistas que viralizaram nas redes. De que forma esse ambiente e esse formato influenciaram na estética do EP?

De todas as formas possíveis. Eu quis formalizar essa estética que o público estava recebendo e acolhendo. O violão, a voz e o Cristo permaneceram, mas dessa vez, são mensagens minhas. Eu acredito que essa familiarização trouxe o público para perto das minhas vivências e também de mim.

Antes do EP, você viralizou com o projeto em homenagem a grandes cantoras pretas brasileiras, como Clementina de Jesus, Elza Soares, Luedji Luna, Iza e Liniker. O que esse projeto significou para você e como ele dialoga com a sua identidade como artista?

Esse projeto foi um divisor de águas para mim. Mais do que uma homenagem, foi uma forma de me reconhecer dentro de uma linhagem de mulheres negras que abriram caminhos na música brasileira. Cada uma delas me inspira não só artisticamente, mas como mulher que ocupa espaços e transforma realidades.

Muitas dessas artistas que você homenageou também te reconheceram publicamente. Como foi receber esse retorno e essa validação de mulheres que são referências na música brasileira?

Nossa, um sonho, né? Eu fico até hoje sem acreditar! Me sinto muito honrada e pertencente ao lugar certo. Sei da responsabilidade que é usar minha voz para levar o legado das mulheres que vieram, representar as que se identificam hoje e abrir mais e mais portas para as que vão vir.

Você já dividiu palco com ícones como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Milton Nascimento e Seu Jorge. De que forma essas experiências moldaram sua visão de palco e de carreira?

A MPB sempre foi um berço de referência para mim! Ter me conectado tão nova com esses artistas foi meio que um batismo para mim, sabe?

Como compositora, você fala muito sobre afeto, memória e ancestralidade. O que te move na hora de escrever uma canção?

Sobretudo, minhas vivências, aprendizados e memórias. Eu penso que nós, artistas, somos canais de comunicação de amor e LIBERDADE. Eu tento sempre passar essas mensagens nas minhas letras.

Você transita entre pop, MPB, samba e traz influências afro-brasileiras. Como costura essas referências musicais sem perder sua identidade própria?

Acho que minha identidade não muda, independente do gênero que eu vá cantar. Eu tenho o meu timbre, meu vocabulário e meu jeitinho de falar… e isso é único, cada artista tem uma maneira diferente de se expressar, independente do gênero.

Agora que “Doce Confusão” está no mundo, quais são seus próximos passos? Podemos esperar uma turnê ou outros projetos ainda para este ano?

Podem esperar minha PRIMEIRA TURNÊ! Estou muito animada para esse novo capítulo. Nunca fiz uma turnê antes, estou contando os dias!

Fique por dentro das novidades das maiores marcas do mundo! Acesse nosso site Marca Pop e descubra as tendências em primeira mão.

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Temas: Liza Lou

Conteúdo Relacionado

Música

Com “a1”, Clau apresenta fase mais orgânica e confessional de sua nova era

Texto: Eduardo Fonseca
2 de fevereiro de 2026
Créditos: Matthew Rood
Entrevistas

Ju Rosario fala sobre a magia do Cirque du Soleil e a força de suas raízes brasileiras

Texto: Ju
2 de fevereiro de 2026
Destaques

Grammy 2026: confira os vencedores das principais categorias

Texto: Ygor Monroe
2 de fevereiro de 2026
Música

Entre retornos históricos e caos criativo: o que o pop já mostra em 2026

Texto: Ygor Monroe
1 de fevereiro de 2026
Música

Katseye no Grammy 2026: quem é o grupo que vem ao Brasil para o Lolla

Texto: Ygor Monroe
31 de janeiro de 2026
Música

“This Is Acting” completa 10 anos como símbolo da versatilidade de Sia

Texto: Ygor Monroe
30 de janeiro de 2026
Entrevistas

Theuzinho relembra origem e consolida fase de destaque no arrocha

Texto: Eduardo Fonseca
30 de janeiro de 2026

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

%d