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No Mês do Orgulho, Alexys Agosto revela os sentimentos por trás do álbum “A Fabulosa Viagem de Futurística“

Texto: Ju
2 de julho de 2025
em Música

A cantora, compositora e produtora musical não binária Alexys Agosto convida o público a uma imersão profunda em seu aclamado álbum de estreia, “A Fabulosa Viagem de Futurística“. Lançado originalmente em janeiro, o trabalho ganha um novo olhar, revelando os sentimentos mais íntimos e as vivências que o moldaram, reforçando agora, no Mês do Orgulho LGBTQIAP+, sua potência como um hino de representatividade, liberdade e auto aceitação no contexto para toda a comunidade.

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No Mês do Orgulho, Alexys Agosto revela os sentimentos por trás do álbum “A Fabulosa Viagem de Futurística“
No Mês do Orgulho, Alexys Agosto revela os sentimentos por trás do álbum “A Fabulosa Viagem de Futurística“

“O álbum aborda reflexões sobre gênero e sentimentos que perpassam a nossa comunidade. É um projeto que fala de questões políticas e também de sentimentos muito íntimos”, explica Alexys. Para a artista, “A Fabulosa Viagem de Futurística” é uma vivência pessoal e ao mesmo tempo, muito coletiva. “Nele, falo sobre esse sentimento de me sentir um ET nesse planeta, de querer ser amada sendo quem eu sou, e também celebro a minha existência e a de tantas outras pessoas que têm uma vivência similar à minha”.

Uma viagem de cinco anos

O processo de criação de “A Fabulosa Viagem de Futurística” foi uma odisseia que durou cinco anos. Inicialmente focada no teatro, a pandemia de COVID-19 impulsionou Alexys a uma reinvenção criativa. “Não existia mais teatro e eu não tinha essa perspectiva de quando seria possível voltar a trabalhar com uma atividade que exige a presença, o encontro físico”, relembra. Essa nova realidade a levou a investigar a dramaturgia sonora, construindo uma narrativa através de canções. “Fui compondo, estudando produção musical, encontrando a voz que eu queria desenvolver para esse projeto, e estudando o que eu precisava desenvolver para contar a história que eu queria contar”, detalha.

O sentimento que permeia toda a obra, segundo Alexys, é a solidão. “O álbum como um todo é uma tentativa minha de lidar com a solidão, e uma busca infinita em me sentir bem, mesmo estando sozinha, em fazer o meu corpo dançar mesmo diante da dor”, revela. As três palavras que definem o trabalho para a artista são: vitalidade, dançar e solidão.

Identidade e cura através da narrativa

“A Fabulosa Viagem de Futurística” é dividida em três atos, onde a personagem Futurística, uma pessoa-ciborgue, se perde no espaço-tempo e precisa se reinventar no planeta Terra. Essa narrativa é intrinsecamente ligada às vivências da identidade de gênero de Alexys. “Todas as músicas são perpassadas por questões de gênero e identidade”, afirma.

No Ato I, a faixa “Ciborgue” aborda a percepção do gênero como uma construção social e a liberdade de usar as “tecnologias de gênero” para construir a própria identidade. O segundo ato mergulha na “Saudade e Solidão” pós-transição. “Quando transacionei, percebi que o meu lugar na sociedade mudou. O meu corpo era um objeto de fetiche de homens héteros cis, mas não era mais um corpo passível de ser desejado romanticamente ou sexualmente da forma como eu estava acostumada até então. Tive que lidar com esse sentimento de rejeição, de ser um corpo que não era considerado mais como passível de ser amado”, desabafa Alexys.

O Ato III, por sua vez, é o momento de libertação, de se sentir bem consigo mesma, “ouvir o meu coração e deixar meu corpo essa canção dançar”, ela completa.

Ver o álbum disponível nas plataformas digitais foi um momento de grande emoção para a cantora. “Foram muitos anos de trabalho nesse projeto, muito tempo e dinheiro investido. Em alguns momentos parecia que esse álbum nunca ia sair”, confessa. O processo, que nasceu em seu quarto, ganhou forma com a parceria de Helô Badu, que co-produziu o álbum e gravou as guitarras. “Foi o momento que eu vi que essas músicas podiam se comunicar com mais pessoas”, comenta, ressaltando o impacto de receber retornos de ouvintes que se emocionaram com sua história.

Gravado nos estúdios da Rizoma Coletiva, um coletivo de artistas da música e poesia localizado na região do Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, o álbum mistura influências do pop, rock, funk e da música brasileira psicodélica da década de 1970.

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