Sim, é isso mesmo que você leu. Primavera Sound São Paulo 2025. Parece piada ou uma miragem para quem viveu os últimos anos na base da saudade, mas o simples anúncio do show do Weezer em São Paulo, no comecinho de novembro, acendeu um fiapo de esperança. E não tem como ignorar quando a imaginação dispara: será que, no meio desse circuito de eventos que transformam São Paulo num parque de diversões alternativo, ainda existe espaço para a volta de um dos festivais mais queridos que passaram por aqui?
Se é pra sonhar, que seja alto. Então montamos nosso line-up dos sonhos pro Primavera Sound 2025, aquele tipo de lista que a gente faz sabendo que talvez fique só no papel, mas que, sinceramente, já alimenta o peito com a ansiedade boa de quem ama música. E vai que…
Lollapalooza Brasil 2026: saiba qual seria o nosso line-up dos sonhos

Saiba qual seria o nosso line-up dos sonhos
Weezer
Weezer já é meio caminho andado. A banda confirmou que pisa em solo brasileiro no dia 2 de novembro. O local? Ainda nebuloso, mas não custa lembrar que novembro sempre foi mês de GPWeek, que ate então não rola em 2025, e também do nosso querido Primavera Sound. Vai que o Weezer aterrissa direto num palco de festival e não num show solo por aí, ou quem sabe na recém-inaugurada Suhai Music Hall que começa a receber eventos em setembro. O cenário está montado para especulação livre.
Tyler, The Creator
Tyler, The Creator segue como uma das grandes obsessões não realizadas do público brasileiro. Em 2018 ele cancelou sua vinda ao Lollapalooza e deixou um vácuo que até hoje não foi preenchido. Agora, com “Chromakopia” recém-lançado, e se apresentando pelos Estados Unidos, não seria má ideia incluir São Paulo em algum itinerário que celebrou tanto “Call Me If You Get Lost” quanto esse novo capítulo da carreira dele.
FKA Twigs
FKA Twigs é o tipo de nome que carrega um misticismo próprio. Passou pelo Brasil de maneira quase clandestina, num pocket show fechado para convidados anos atrás, e desde então só paira no imaginário. Agora, com “Eusexua” sendo saudado por seu hedonismo bem trabalhado, a artista está no ponto certo para finalmente ter um encontro à altura com o público brasileiro em um festival que saiba valorizar suas nuances.
Deftones
Falando em mitos, Deftones quase virou lenda urbana nacional. Todo semestre surge uma nova manchete jurando que eles vêm para cá, e ano após ano nada acontece. A banda segue forte em turnês na América do Norte e trabalhando num disco pós-“Ohms”. É aquele tipo de atração que qualquer Primavera no Brasil seria obrigado a tentar. O público, sedento, agradeceria.
Sevdaliza
A cena alternativa pede nomes contemporâneos que cruzem fronteiras de gênero, e Sevdaliza encarna isso com perfeição. Ela vive o momento do lançamento de “Messiah”, depois do feat com Pabllo Vittar e Yseult que estourou, e só a simples possibilidade de ver essa fusão entre beats frios, atmosferas densas e presença de palco hipnótica em São Paulo já faria valer o ingresso.
Gracie Abrams
Gracie Abrams seria o toque pop-intimista perfeito para balancear o peso do festival. Recém-saída de “The Secret of Us” e seu deluxe, Gracie vem acumulando falas sobre vontade de tocar no Brasil. Um Primavera Sound seria o palco ideal pra ela expandir seu alcance por aqui, principalmente com um público tão aberto às delicadezas confessionais dela.
Addison Rae
Na ala pop descarado, Addison Rae seria a novidade absoluta. O álbum “Addison” rendeu a ela respeito crítico e virou assunto entre quem consome o pop com curiosidade quase acadêmica. Imaginar Addison abrindo uma tarde ensolarada no Primavera, entregando coreografia e refrões que grudam, é quase um serviço público pra quem gosta de hit.
Cage The Elephant
Cage The Elephant poderia muito bem tirar São Paulo da lista de órfãos. Desde 2017 o Brasil não sente a energia ao vivo da banda, que se consolidou por aqui em múltiplos Lollapaloozas e num memorável show no Circo Voador. Em 2025 eles seguem rodando o mundo e não faria sentido deixar de fora um público que historicamente abraçou a banda.
The Black Keys
The Black Keys é outro nome que se encaixa na categoria raridade. Vieram ao Brasil só uma vez, em 2013, e nunca mais. Agora, com “Ohio Players” ganhando elogios pela diversidade sonora e pelas colaborações inusitadas, colocar Dan Auerbach e Patrick Carney num line-up nacional soa quase como uma reparação histórica.
Rebecca Black
E pra fechar com ousadia, Rebecca Black. Esqueça o meme de “Friday”. Rebecca foi do inferno ao céu pop em uma década, e com o EP “Salvation” lançado em 2025, ela consolidou de vez sua persona hyperpop, ousada e dona de um som que parece acender faísca no ouvido de quem escuta. Trazer Rebecca pra um palco brasileiro seria coroar o caminho alternativo que ela escolheu trilhar, e o Primavera tem tudo a ver com esse tipo de reviravolta artística.
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