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“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”: tudo o que já sabemos sobre o filme que estreia neste mês

Texto: Ygor Monroe
7 de julho de 2025
em Cinemas/Filmes

Parece inacreditável, mas o “Quarteto Fantástico” finalmente vai ganhar o tratamento cinematográfico que a chamada “Primeira Família da Marvel” sempre mereceu. Depois de algumas tentativas que fracassaram em dar a grandeza que Reed Richards, Sue Storm, Johnny Storm e Ben Grimm carregam nas HQs desde os anos 1960, a Marvel Studios aposta todas as fichas em “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, um projeto que, curiosamente, faz o futuro parecer coisa do passado.

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"Quarteto Fantástico: Primeiros Passos": tudo o que já sabemos sobre o filme que estreia neste mês
“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”: tudo o que já sabemos sobre o filme que estreia neste mês

O filme, que chega aos cinemas no fim de julho, carrega um conceito visual ousado: uma terra paralela retro-futurista que bebe direto da fonte da década de 1960. O diretor Matt Shakman não economizou em referências para compor o mundo desse novo “Quarteto Fantástico”. Ele se inspirou na estética otimista da corrida espacial, em “2001: Uma Odisseia no Espaço” e até nos designs visionários de Syd Mead para imaginar o que seria o futuro visto pelos olhos de quem viveu há mais de 60 anos. É um MCU de um universo alternativo, com direito a tecnologias analógicas, linhas arrojadas e o charme irresistível do vintage sci-fi.

Pedro Pascal lidera o time como Reed Richards, o Senhor Fantástico. Ele prometeu focar muito mais na mente extraordinária de Reed do que em seus poderes elásticos. A própria Marvel define Richards como a pessoa mais cientificamente inteligente do planeta, quase uma soma de Steve Jobs, Albert Einstein e Robert Moses. Pascal embarcou nessa com uma leitura peculiar, dizendo ter imaginado “o brilho de um polvo” para moldar o personagem, o que já indica o nível de excentricidade que podemos esperar.

Vanessa Kirby dá vida a Sue Storm, a Mulher Invisível, numa versão que foge totalmente do estereótipo da mãe doce e passiva. Grávida no filme, Sue é também líder da Future Foundation, responsável pela paz global. Kirby buscou na persona “Malice”, uma versão sombria da heroína nos quadrinhos, elementos que trouxessem camadas extras, para que Sue fosse complexa, ambígua e emocionalmente poderosa. É talvez a personagem com maior carga dramática do longa, como o próprio Shakman definiu ao chamá-la de “a pessoa mais emocionalmente inteligente do planeta”.

Quem assume o Coisa é Ebon Moss-Bachrach, numa escalação que finalmente respeita a herança judaica do personagem. O ator, famoso por “The Bear”, descreveu Ben Grimm como alguém de forte moral, profundamente leal e quase trágico em sua solidão. O visual do Coisa, aliás, teve tratamento quase artesanal: foi criado a partir do estudo de rochas reais do deserto e combina captura de movimento com modelos físicos enormes, chamados carinhosamente no set de “Jennifer”.

Joseph Quinn, revelado em “Stranger Things”, interpreta Johnny Storm, o Tocha Humana. O ator quis se afastar do arquétipo do mulherengo descolado que Chris Evans trouxe nos filmes antigos, para entregar um Johnny ainda vaidoso e brincalhão, mas que demonstra mais consciência emocional. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, deixou claro que não queria ver o Tocha apenas como piadista. Ele precisaria ser herói e irmão de verdade.

Do lado cósmico da trama, Julia Garner encarna a Surfista Prateada, ou melhor, Shalla-Bal, numa inversão ousada do personagem clássico. A atriz mergulhou na fisicalidade quase dançante da personagem, combinando posturas de surf com poses de esculturas vivas, e deu uma aura de mistério ao papel. E quem chega para devorar planetas é Ralph Ineson como Galactus, que aqui veste armadura fiel aos quadrinhos, com visual colossal e quase divino. Shakman chamou o vilão de “um vampiro cósmico com 14 bilhões de anos”, mas o próprio Ineson afirma que Galactus está longe de ser simplesmente mau. Ele é um deus faminto, cumprindo sua natureza.

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” começou a ganhar forma ainda em 2019, quando a Disney comprou a Fox e finalmente trouxe o Quarteto para o MCU. O projeto trocou de mãos, passou por vários roteiristas e quase teve Jon Watts na direção antes de Shakman entrar com a missão de repaginar tudo. Desde o início, Feige deixou claro que não queria mais recontar a origem do Quarteto. O filme começa com o time já estabelecido há quatro anos, permitindo avançar direto para dilemas mais grandiosos, como o embate com Galactus e as consequências do multiverso.

Toda essa jornada de bastidores reflete na ambição do longa. O design de produção construiu um Edifício Baxter com toques de arquitetura californiana modernista, coloriu os laboratórios de Reed com paletas intensas e plantou referências à cultura judaica em uma recriação vívida da Yancy Street. Os figurinos azul-claros com golas brancas também prestam homenagem aos uniformes icônicos dos quadrinhos, enquanto as filmagens usaram câmeras e lentes que recriam a textura visual dos anos 1960, para parecer um filme de Stanley Kubrick daquela época.

Para a Marvel, este longa não é só mais um capítulo. Ele abre a Fase Seis do MCU e se conecta diretamente com “Avengers: Doomsday” e “Avengers: Secret Wars”, previstos para os próximos anos. Até Robert Downey Jr. volta, mas como Victor von Doom, prometendo incendiar as teorias com sua aparição em cena pós-créditos.

No fim das contas, “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” parece ser mais do que um reboot. É uma tentativa séria de entregar ao Quarteto o lugar de importância que sempre ocupou nos quadrinhos e que ainda não teve no cinema. Um tributo ao espírito inventivo dos anos 1960, mas também uma carta de intenções do MCU para o futuro: menos repetição, mais personalidade, mais coragem. Se vai funcionar? Em poucas semanas saberemos. E torcemos para que o Quarteto enfim encontre o brilho que tanto merece nas telonas.

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