Rodrigo Marques entra na polêmica em que o produtor musical não deve ter a nomenclatura de compositor

Rodrigo Marques, 32, paulistano, teve sua carreira artística iniciada desde os seus 11 anos quando começou a aprender violão e guitarra, na sequência passando por várias bandas como a Summer, que justifica o seu apelido de “Rodrigo Summer”. Atualmente se destaca nos bastidores da indústria da música como produtor musical.  Junto com o seu sócio Victor Reis a Áudioklap (Klap), produtora de áudio com ênfase em produção musical e composições desde 2015. Em seus anos de trabalho, Rodrigo Marques tem lista extensa de trabalho com diversos artistas como: Jorge e Mateus, Lucas Lucco, Becky G, Sol Almeida, Thiaguinho, Jerry Smith, Projota, Anitta, Mc Marks, Lauana Prado, Kevinho e muitos outros grandes nomes.

Recentemente mesmo no período complicado da pandemia, produziu e compôs  “Passando o Rodo”, juntamente com as cantoras Pocah, Mirella, Taina Costa e Lara Silva e se prepara para novo lançamento com L7nnon e Lelle. Recentemente o meio da múica vive uma polêmica sobre os produtores musicais, terem direito a a arrecação dos seus direitos autorais pelas plataformas digitais de áudio e pelo orgão responsável, o “ECAD – Escritório Central de Arrecadação” junto as rádios, eventos e etc.

“Acredito que o produtor tenha sim que ter parte dos ganhos de suas produções sim, mas a nomenclatura “composição” poderia ser ampliada a “compositor de instrumentais”, pois, esse direito moral tem que ser bem descrito até mesmo para os compositores e produtores conseguirem seus rendimentos e credibilidade bem descritos” explica Marques.

%d blogueiros gostam disto: