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Rose Gray domina o Zig Festival 2025 e entrega o show mais forte da noite

Texto: Ygor Monroe
10 de novembro de 2025
em Shows

O Zig Festival tomou a Fabriketa, em São Paulo, com sua segunda edição e uma estrutura ambiciosa que ocupou o Brás por treze horas seguidas. Entre atrações nacionais e internacionais, o festival montou um ecossistema que mistura cultura LGBTQIAPN+, som de pista, pop de vanguarda e uma energia que só existe quando a cidade abre espaço para a liberdade coletiva. E dentro dessa maratona intensa, foi o show de Rose Gray que realmente virou assunto.

Rose Gray domina o Zig Festival 2025 e entrega o show mais forte da noite | Foto: Reprodução/Instagram - @rauricantelo
Rose Gray domina o Zig Festival 2025 e entrega o show mais forte da noite | Foto: Reprodução/Instagram – @rauricantelo

Com “Louder, Please” já consolidado como um dos discos pop alternativos mais comentados do ano, Rose chegou ao Brasil com um repertório pensado para o palco, ajustado para grandes eventos e carregado de camadas clubber que funcionam de forma exemplar ao vivo. O show não seguiu a lógica de apresentação introdutória. Entrou direto como a performance de uma artista que entende o próprio momento e que sabe o valor da estética rave-pop que vem moldando sua trajetória.

A apresentação ganhou força já nos primeiros minutos. A voz cristalina, extremamente precisa e guiada por uma técnica que mistura leveza e pressão emocional, sustentou cada faixa. O público reagiu rápido. Em poucos instantes, a Fabriketa virou uma pista unificada, uma massa guiada pela batida nervosa que acompanha os arranjos de estúdio da cantora. Os graves vieram secos, a estética eletrônica apareceu com clareza e o show assumiu um corpo mais físico, com transições pensadas e refrões que pedem gritos e entrega.

O espetáculo reforça uma tendência crescente do pop internacional. Desde “Brat”, de Charli xcx, o diálogo entre pop e clubber ganhou força e deixou de ser detalhe estético. Virou linguagem central. Rose Gray trabalha exatamente nesse espaço e expande esse território com firmeza. Suas músicas são diretas, cheias de textura, estruturadas em camadas que conversam com a história dos clubes britânicos e com a sensibilidade emocional da nova geração. Ao vivo, tudo isso se intensifica. Há clareza melódica, mas também um peso que prende. A artista gosta de tensão. Gosta de construir lentidão antes do impacto. Gosta de desafiar o público a seguir a pulsação até o limite.

O público brasileiro, acostumado a abraçar artistas que dominam palco de pista, devolveu a energia na mesma medida. A cantora reagiu a isso com naturalidade. Sorriu, dançou, vibrou junto e se surpreendeu com a recepção. A conexão esteve presente do início ao fim, especialmente nas faixas que misturam vulnerabilidade com força rítmica. Esse equilíbrio entre emoção e euforia explica boa parte do impacto que Rose vem causando desde que chegou às plataformas globais. No Brasil, funcionou sem esforço.

O Zig Festival, por sua vez, entendeu a importância de posicionar artistas como Rose Gray em um ambiente que celebra a cultura queer, a diversidade sonora e a renovação da pista. O evento já carrega reputação por unir grandes nomes internacionais com talentos nacionais que reforçam a potência da cena clubber brasileira. No entanto, foi a performance da britânica que sintetizou esse espírito com mais intensidade. Rose entregou o show mais marcante da noite, tanto pelo domínio vocal quanto pela arquitetura musical que trouxe para o palco.

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O festival ainda contou com nomes como COBRAH, Bree Runway, Duda Beat, Isma, Katy da Voz e as Abusadas e uma sequência de DJ sets que reforçaram o DNA da Zig. A soma de tudo isso criou uma edição plural e alinhada com o momento atual do pop global. Mas a noite tem nome, e ele ficou registrado no palco principal.

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