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Saiba mais sobre os indicados a Best New Artist no Grammy 2026

Texto: Ygor Monroe
28 de dezembro de 2025
em Música, Premiações

O Grammy 2026 já ganhou ares de virada de chave antes mesmo da cerimônia começar. A premiação acontece em 1º de fevereiro, em Los Angeles, na Crypto.com Arena, e chega ao ano em que Kendrick Lamar consolida mais uma era monumental com nove indicações, enquanto Lady Gaga surge com sete e reforça a potência de uma artista que reinventa caminhos sem perder o brilho que a transformou em ícone. O Brasil também marca presença com Caetano Veloso e Maria Bethânia, indicados em Melhor Álbum de Música Global pelo projeto ao vivo “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, um encontro histórico que empurra a música brasileira para o centro do debate internacional.

Saiba mais sobre os indicados a Best New Artist no Grammy 2026
Saiba mais sobre os indicados a Best New Artist no Grammy 2026

O período de elegibilidade destacou lançamentos entre 31 de agosto de 2024 e 30 de agosto de 2025, permitindo que uma nova geração entrasse na disputa com força. A categoria de Artista Revelação passou por expansão, permitindo nomes que já haviam aparecido como convidados em projetos indicados a Álbum do Ano. O resultado dessa mudança foi um grupo diverso, global e cheio de propostas sonoras que refletem a música pop atual, com suas intersecções, influências cruzadas e discursos que atravessam fronteiras culturais.

A seguir, um panorama de quem disputa a estatueta e por que esses nomes representam tanto do agora e do que deve moldar a música nos próximos anos.

Olivia Dean chega à categoria como uma das figuras mais completas do novo soul britânico. A artista nasceu em Londres, cresceu em Highams Park e absorveu desde cedo o mesmo universo de referências que moldou gerações de vocalistas que priorizam emoção, técnica e storytelling. Sua formação passou por corais gospel, aulas de teatro musical e, principalmente, pela BRIT School, que costuma funcionar como laboratório cultural para novos nomes do pop inglês. Antes da carreira solo engrenar, ela foi vocalista de apoio do Rudimental, experiência que fortaleceu seu domínio de palco e refinou sua sensibilidade para arranjos orgânicos. A partir do primeiro álbum “Messy”, Olivia conquistou reconhecimento com uma composição detalhista que trata vulnerabilidade como força. Em 2025, avançou ainda mais com “The Art of Loving”, inspirado no livro homônimo de bell hooks. A crítica enxergou maturidade e profundidade num disco que entende o amor como prática, investigação e identidade. Sua conexão com o público brasileiro cresceu com a gravação de “Corcovado” e com ações sociais no Rio de Janeiro, gesto que ampliou sua presença simbólica por aqui. Olivia representa a sofisticação emocional que a categoria costuma premiar e mostra domínio artístico raro para alguém tão jovem.

KATSEYE surge como um dos fenômenos mais discutidos da música global, e a indicação ao Grammy reforça que o grupo não é apenas um experimento industrial, mas uma estratégia cultural bem-sucedida entre Oriente e Ocidente. Formadas por uma parceria entre a HYBE e a Geffen Records, as seis integrantes passaram por um processo seletivo gigantesco, com mais de 120 mil inscrições, e seguiram treinamento intenso em Los Angeles inspirado no modelo de trainees coreanos. O grupo estreou em 2024 com o single “Debut” e, desde então, propõe um pop polido que mistura elementos de K-pop e pop americano sem se prender completamente a nenhum dos dois modelos. Os EPs “Beautiful Chaos” e “Soft is Strong” expandiram a identidade musical enquanto o grupo se consolidava como referência estética sob direção de Humberto Leon, que trouxe moda, cinema e artes visuais como pilares do visual das meninas. Hoje, KATSEYE ocupa o espaço que o mercado global sempre buscou preencher: um grupo que dialoga com diferentes línguas e culturas, com potencial para se tornar um dos maiores nomes da década.

The Marías representam a ala mais sofisticada e sensorial da lista. A banda de Los Angeles, liderada pela porto-riquenha María Zardoya e pelo produtor e baterista Josh Conway, encontrou seu próprio universo ao unir dream pop, psicodelia, jazz e nuances cinematográficas. A mistura de inglês e espanhol cria camadas que reforçam a identidade híbrida do grupo, enquanto faixas como “Cariño”, “Jupiter” e “Lejos de Ti” consolidam a estética que os apresentou ao mundo. Os EPs “Superclean Vol. I” e “Superclean Vol. II” abriram caminho para “Cinema” e, posteriormente, “Submarine”, projeto que aprofundou a atmosfera onírica da banda. Em 2025, quando levaram o show ao Lollapalooza Brasil, o público encontrou uma experiência completamente imersiva no universo de “Submarine”. A indicação reconhece a consistência de um trabalho que mistura passado e presente com precisão, criando uma assinatura sonora que se mantém única mesmo dentro do vasto campo do indie pop.

Addison Rae aparece na disputa como uma figura que sintetiza transformações profundas da cultura pop contemporânea. Ela não surgiu diretamente da música, mas das redes sociais, e esse detalhe deixa a indicação ainda mais simbólica. Addison evoluiu do TikTok para o cinema e, depois, para o estúdio, onde encontrou um espaço artístico próprio. O single “Obsessed” apresentou sua estética pop altamente polida, seguida pelo EP “AR”, que contou com colaborações de Charli XCX. Em 2024, ela assinou com a Columbia Records e lançou “Diet Pepsi”, single que entrou na Billboard Hot 100 e elevou suas expectativas dentro do mercado. O álbum de estreia, “Addison”, chega em 2025 e deve consolidar essa nova fase que mistura referências de Madonna, Britney Spears, Beyoncé e Charli XCX. A indicação coroa uma artista que rompeu a fronteira entre criadora de conteúdo e performer pop com um nível de profissionalização que deve influenciar muitos outros artistas surgidos das redes.

Sombr representa a era dos artistas que emergem provocando discussões sobre fama repentina, hiperexposição e saúde mental. Nascido em 2005, ele começou produzindo músicas no quarto antes de viralizar com “Back to Friends” e “Undressed”, duas faixas que transformaram seu nome em presença constante nas paradas e no TikTok. Combinando synthpop e indie, ele traduz inquietações de uma geração que convive com ansiedade, autopercepção fragmentada e romantização da própria dor. O EP “In Another Life” abriu as portas, enquanto o álbum “I Barely Know Her”, lançado em 2025, aprofundou essa estética, oferecendo um retrato cru da juventude em conflito com suas expectativas. A turnê mundial “The Late Nights & Young Romance Tour” reforça que ele possui apelo global. A indicação a Best New Artist sinaliza que o Grammy segue atento a narrativas emocionais contemporâneas e ao impacto digital como força de ascensão musical.

Leon Thomas já era conhecido há muitos anos, mas agora surge como Artista Revelação graças à expansão das regras da categoria. Ele se destacou ainda criança na Broadway e na Nickelodeon, interpretando Andre Harris na série “Brilhante Victoria”. Com o tempo, se tornou produtor, compositor e colaborador de peso para Ariana Grande, Drake, SZA e Toni Braxton, acumulando prêmios e participações em projetos que dominaram as paradas. A virada decisiva veio com o álbum “Mutt”, lançado em 2024, trabalho que consolidou seu estilo ao misturar R&B, soul e funk com maturidade técnica. A indicação reconhece seu posicionamento atual como artista completo, que finalmente ocupa o centro do palco depois de anos transformando carreiras alheias.

Alex Warren completa a lista como representante de uma geração marcada pela estética hiperemocional, pela vulnerabilidade explícita e pela ascensão digital. Ele se tornou conhecido no TikTok e no YouTube como um dos fundadores da Hype House, mas a música sempre foi espaço de reinvenção pessoal. A trajetória foi marcada por perdas e instabilidades, incluindo a morte do pai, período em situação de rua e desafios que moldaram o tom confessional de suas composições. Em 2024, chamou atenção com “Burning Down”, mas foi “Ordinary”, em 2025, que o levou ao topo do Spotify Global e da Billboard. O álbum “You’ll Be Alright, Kid” expande essa estética íntima com letras que tratam fé, trauma e redenção com honestidade emocional. A indicação a Best New Artist reconhece essa força narrativa, que o coloca como um dos artistas mais sensíveis da nova geração.

Lola Young encerra o grupo com uma das histórias mais intensas entre os indicados. A cantora britânica ganhou atenção internacional após o sucesso de “Messy”, hit viral de 2024 que levou sua voz rasgada e seu estilo “shaggy” a um público gigantesco. A carreira começou cedo, com vitória no Open Mic UK aos 15 anos e formação na BRIT School. Lola construiu uma estética marcada por autenticidade radical, vulnerabilidade e discursos abertos sobre saúde mental, dependência química e reconstrução pessoal. Recebeu indicações importantes no Reino Unido e colaborações de alto calibre, incluindo trabalho com Tyler, The Creator. A indicação a Best New Artist reflete o impacto emocional profundo que ela causa no público, trazendo um tipo de sinceridade artística que raramente passa despercebida pela indústria.

O Grammy 2026 parece preparado para reconhecer uma geração que transita entre redes sociais, estética cinematográfica, experimentação sonora e vulnerabilidade emocional. A categoria de Artista Revelação nunca foi tão diversa. Cada um desses nomes representa um pedaço do que a música pop busca sustentar nos próximos anos: identidade, consistência e a capacidade de criar uma experiência que ultrapasse o simples ato de ouvir.

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