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“The Handmaid’s Tale” volta mais sombria em 2ª temporada

Texto: Eduardo Fonseca
2 de junho de 2020
em Séries

handmaidstaleA série “The Handmaid’s Tale” volta à televisão nesta semana com seu retrato arrepiante de um futuro próximo no qual as mulheres se tornam cidadãs de segunda classe parecendo ainda mais sombria e visionária do que nunca.

Isso não é um acaso. A produção vencedora do Emmy está se distanciando do romance distópico de Margaret Atwood lançado em 1985 e explorando mais a fundo como os Estados Unidos foram da democracia a um Estado totalitário ficcional chamado Gilead.

Neste, a poluição provocou uma infertilidade generalizada, as mulheres estão proibidas de ler, não podem controlar dinheiro e todos se espionam.

“Começamos a primeira temporada sentindo que não podíamos decepcionar Margaret Atwood”, disse Warren Littlefield, um dos produtores executivos da série.

“Somos contadores de história, mas nosso mundo tal como o retratamos é relevante e os temas são mais relevantes do que nunca”, acrescentou Littlefield.

A segunda temporada estreia na quarta-feira (25) na plataforma de streaming Hulu, retomando exatamente de onde a temporada inicial se encerrou em junho, quando Offred (Elisabeth Moss), agora grávida, é levada para ser punida por um ato de rebelião em massa cometido por um grupo de aias de Gilead.

Os flashbacks pré-Gilead mostram como os direitos humanos e civis foram minados, a ponto de as mulheres precisarem do consentimento de seus parceiros para obter métodos contraceptivos, são pressionadas a serem mães e donas de casa e os gays perdem as proteções legais e passam a sofrer perseguições.

As rememorações também dão aos espectadores um primeiro e terrível vislumbre das colônias poluídas citadas no livro, nas quais mulheres inférteis ou dissidentes são forçadas a viver em condições semelhantes às de campos de concentração.
Fonte: Reuters

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