A Warner Bros. Pictures apresentou o calendário oficial de filmes de 2026 no Brasil e posicionou o ano como um dos mais ambiciosos do estúdio, com apostas que vão do épico sci-fi à reinvenção de clássicos literários. Entre os destaques estão “Supergirl”, “Duna: Parte 3”, “Mortal Kombat 2” e novos experimentos de fantasia e terror que ampliam o espectro criativo da Warner no mercado global. O line-up revela uma estratégia que combina heranças centenárias do estúdio com novas leituras de propriedades consagradas, um movimento que reforça a busca por obras de impacto cultural e potencial massivo de público.
O calendário de estreias confirma uma curva de variedade que abraça romance gótico, horror, fantasia, ação e ficção científica de escala industrial. “O Morro dos Ventos Uivantes” chega em 12 de fevereiro; “A Noiva!” aparece em 5 de março; “Eles Vão te Matar” estreia em 26 de março; “A Múmia” volta em 16 de abril; “Mortal Kombat 2” em 7 de maio; “Animal Friends” em 4 de junho; “Supergirl” em 25 de junho; “Cut Off” em 16 de julho; “Flowervale Street” em 13 de agosto; “Cara de Barro” em 10 de setembro; “Da Magia à Sedução 2” em 17 de setembro; “Remain” em 22 de outubro; “O Gatola na Cartola” em 5 de novembro; e “Duna: Parte 3” encerra o ano em 17 de dezembro, estabelecendo um encerramento de calendário com escala épica.
“Supergirl”, agora com título simplificado, se torna a grande aposta do estúdio para o meio do ano. O filme abandona o subtítulo anterior e adota um escopo mais direto, acompanhando uma protagonista que não habita a Terra, mas viaja pelo espaço em uma narrativa de ficção científica que se equilibra entre vingança, justiça e um senso de aventura que rompe com o arquétipo tradicional da heroína. A produção adapta a saga escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, que redefiniu a personagem nas HQs.
A trama acompanha Kara ao lado da jovem Ruthye Marie Knoll em uma jornada para localizar Krem, responsável pela morte do pai da menina. Krypto, o supercão, integra a narrativa e adiciona uma camada emocional ao percurso espacial da dupla. O elenco une Milly Alcock como Supergirl, Eve Ridley como Ruthye e Matthias Schoenaerts como Krem. O projeto ganha ainda Jason Momoa no papel de Lobo, além de David Krumholtz e Emily Beecham como Zor-El e Alura In-Ze.
Com direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, “Supergirl” será o segundo longa da primeira fase do novo universo DC iniciado com “Superman” em 2025. É a produção que define a ousadia tonal dessa nova etapa, adotando escala de space opera e estética que se distancia de qualquer tentativa anterior de adaptar a personagem.
“Duna: Parte 3” surge como outro eixo estruturante do calendário. A continuação dá sequência ao épico de Denis Villeneuve e reafirma o compromisso da Warner com projetos de grande alcance artístico, consolidando dezembro como um mês dominado por produções de prestígio com vocação para premiações e recordes de bilheteria.
O conjunto de estreias posiciona 2026 como um ano de amplitude rara para o estúdio, guiado por narrativas de risco, reimaginações clássicas e uma leitura expansiva do blockbuster. É um calendário pensado para gerar impacto, conversa e expectativa, configurando um panorama em que a Warner assume protagonismo criativo em múltiplas frentes.
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