Lançado de forma totalmente independente e com exclusividade no catálogo da Amazon Kindle, “Eu sempre fui mais forte que os homens que amei” marca a estreia literária de Ygor Monroe. O livro, que entra em pré-venda no dia 1º de agosto de 2025 e tem lançamento oficial em 13 de setembro, é uma obra intensa que mergulha nos desdobramentos psicológicos de uma relação devastadora. O valor do e-book será de R$ 13,34, disponível apenas em versão digital.
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Com treze capítulos, a obra apresenta uma narrativa construída a partir de registros emocionais acumulados ao longo de uma década, como anotações pessoais e áudios de sessões de terapia. No entanto, não se trata de uma biografia. Monroe deixa claro: o livro é uma adaptação literária de experiências vividas, um trabalho de ficção com fundo real. A partir de fragmentos da vida, o autor tece uma história original que tem como ponto de partida a dor, mas que se desenvolve com liberdade criativa e estrutura narrativa.
“Durante três meses da minha vida, vivi algo que quase me destruiu. E durante quase dez anos fui perseguido por esse eco. Mas só agora percebo que esse silêncio me preparava para contar essa história. Por mais que ela tenha nascido de mim, ela não é sobre mim. Não é sobre um culpado e uma vítima. É sobre o que o amor não resolvido faz com a gente. E sobre como escrever pode ser uma forma de sobreviver”, afirma o autor.
Em um dos trechos mais intensos do livro, o narrador expõe sua ferida ainda aberta diante da traição e da manipulação de quem ele mais protegeu: “Depois que a mentira me afogou, que a culpa que não era minha foi lançada nos meus ombros, eu quis justiça. Não a dos tribunais a da alma. Quis ver o karma trabalhar. Quis ver o amor morrer sufocado pelo próprio ódio que plantaram. E pela primeira vez na vida, desejei a vingança com a mesma fome com que um dia desejei ser amado.”
“Eu sempre fui mais forte que os homens que amei” adota um estilo de escrita direto, íntimo e muitas vezes desconfortável, apostando em uma narrativa conduzida por um narrador que compartilha sentimentos, interpreta acontecimentos e tenta entender o próprio sofrimento à medida que relembra. Com poucos artifícios e quase nenhum respiro, a leitura convida o público a testemunhar os bastidores de um colapso emocional, suas nuances e efeitos prolongados.
Dividido em treze capítulos que se complementam como peças de um quebra-cabeça emocional, o livro não se apressa em oferecer explicações fáceis. Pelo contrário: caminha lado a lado com a complexidade da vida real, explorando temas como dependência afetiva, silêncio, abandono e reconstrução. Há capítulos curtos, quase como cartas não enviadas. Há momentos de fúria, de negação, de perda de identidade e de renascimento. A leitura tem um ritmo quase cinematográfico, e isso não é por acaso.
“Desde o início, pensei nesse livro como um roteiro que não deu certo. Um roteiro onde tudo o que poderia ser belo se tornou insuportável. Mas quis contar essa história sem dourar a dor. Quis mostrar que nem sempre se trata de superação às vezes, se trata apenas de seguir respirando”, explica Ygor.
Descrito por ele como “o projeto mais ousado e libertador”, o livro tem conexão direta com seus projetos futuros. Funciona como um marco de encerramento e de renascimento criativo, e abre espaço para novas linguagens, formatos e produções. “É meu ponto final e, ao mesmo tempo, minha vírgula. É uma forma de dizer que agora posso começar de verdade.”
“Eu sempre fui mais forte que os homens que amei” estará disponível exclusivamente na Amazon Kindle a partir de 13 de setembro de 2025, com pré-venda iniciada no dia 1º de agosto. A obra será vendida por R$ 13,34, exclusivamente em versão digital.
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