Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
Sem resultados
Ver todos os resultados

“Alien: Romulus” prende a atenção e traz nova energia para a franquia

Texto: Ygor Monroe
15 de agosto de 2024
em Cinemas/Filmes, Destaques, Resenhas/Críticas

Dirigido por Fede Álvarez, “Alien: Romulus” marca um retorno triunfante às raízes da icônica franquia de ficção científica. O filme, situado cronologicamente entre “Alien, o 8º Passageiro” (1979) e “Aliens, O Resgate” (1986), resgata a atmosfera claustrofóbica e o terror psicológico que consagraram a série, entregando uma experiência cinematográfica que tanto fãs antigos quanto novos espectadores aguardavam há décadas.

"Alien: Romulus" prende a atenção e traz nova energia para a franquia
“Alien: Romulus” prende a atenção e traz nova energia para a franquia | Foto: Reprodução

“Alien: Romulus” se passa em uma estação espacial abandonada, onde um grupo de jovens colonizadores se depara com uma forma de vida aterrorizante. A partir do momento em que os protagonistas cruzam o limiar deste cenário desolado, o filme se transforma em uma luta visceral pela sobrevivência, um verdadeiro pesadelo no espaço. O enredo, embora simples, é a plataforma perfeita para uma exploração profunda do medo e da tensão, reminiscente do que Ridley Scott entregou ao mundo em 1979.

Fede Álvarez, já conhecido por seus trabalhos em “Don’t Breathe” e “Evil Dead”, demonstra mais uma vez sua habilidade de manipular o terror de forma implacável. Cada cena é carregada com uma tensão complexa, onde o silêncio é tão assustador quanto os momentos mais intensos. Álvarez não se contenta em apenas reviver o horror clássico; ele o eleva, criando sequências que se tornam instantaneamente icônicas, especialmente para aqueles que têm a lembrança de um “chestburster” gravada em sua mente. O longa não é um filme para os fracos de coração, é uma descida constante em direção ao medo mais primitivo, do tipo que só a ficção científica pode proporcionar.

Cailee Spaeny, no papel de Rain, brilha como a protagonista. Sua performance é um equilíbrio entre vulnerabilidade e força, lembrando a icônica Ellen Ripley, interpretada por Sigourney Weaver. No entanto, Spaeny não tenta emular Ripley, ela cria uma personagem própria, com uma profundidade e uma resiliência únicas, que a tornam digna de carregar o peso do legado de “Alien”. O elenco de apoio também merece destaque, com David Jonsson se destacando como Andy, um personagem que rapidamente se torna um dos favoritos do público.

Visualmente, “Alien: Romulus” é um triunfo. A cinematografia captura a essência do original, com ângulos que intensificam o desconforto e uma paleta de cores que mergulha o espectador em um ambiente frio e implacável. Cada detalhe, desde o design da estação espacial até a aparência aterradora dos Xenomorfos, foi meticulosamente criado para honrar a franquia, ao mesmo tempo em que oferece algo novo. O uso de efeitos práticos dá uma autenticidade que muitas vezes falta nos filmes modernos, e o trabalho com os “facehuggers” neste filme é, sem dúvida, um dos melhores já vistos.

"Alien: Romulus" prende a atenção e traz nova energia para a franquia
“Alien: Romulus” prende a atenção e traz nova energia para a franquia | Foto: Reprodução

O design de som é outro aspecto que merece elogios. A recriação dos sons característicos, das portas automáticas ao som de alerta das naves, transporta imediatamente os espectadores de volta ao universo de “Alien”. A trilha sonora de Benjamin Wallfisch complementa perfeitamente essa atmosfera, incorporando temas clássicos com novos arranjos que elevam a experiência auditiva a um nível superior. Wallfisch consegue tecer uma tapeçaria sonora que, ao mesmo tempo, homenageia o trabalho de Jerry Goldsmith e James Horner, enquanto estabelece sua própria identidade.

Mas “Alien: Romulus” não é apenas uma carta de amor aos filmes anteriores é também uma expansão do universo. O filme insere referências sutis a “Prometheus” e ao jogo “Alien: Isolation”, que adicionam camadas de profundidade à mitologia dos Xenomorfos. Essas conexões são habilmente entrelaçadas na narrativa, sem nunca sobrecarregar o espectador com exposição desnecessária. Ao contrário, elas enriquecem a história, oferecendo novas perspectivas sobre um mundo que já conhecemos tão bem.

No saldo final o filme pode ser considerado a melhor entrada na franquia desde 1986, talvez até desde o filme original. A combinação de nostalgia, inovação e puro terror faz deste um filme imperdível para qualquer fã de ficção científica ou horror. Fede Álvarez prometeu devolver “Alien” às suas raízes, e ele conseguiu com louvor.

Desde os momentos iniciais até o impactante clímax, “Alien: Romulus” mantém o espectador na beira do assento, com um sorriso de satisfação que só os melhores filmes conseguem provocar. É uma experiência cinematográfica que ficará gravada na memória por muito tempo, talvez até rivalizando com a sensação de assistir “Alien, o 8º Passageiro” pela primeira vez. Este é o filme que os fãs esperaram por tanto tempo e a espera valeu cada segundo.

O filme já está em cartaz em diversos cinemas pelo Brasil. Para informações sobre ingressos e sessões, basta clicar aqui.

Alien: Romulus: ✩✩✩✩✩

Confira também: “Longlegs – Vínculo Mortal” explora os conceitos do horror extremo

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Temas: Alien: RomulusCríticaResenhaReview

Conteúdo Relacionado

Cinemas/Filmes

Crítica: “Dhurandhar”

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Netflix

Crítica: “Patinando no Amor” (Finding Her Edge) – primeira temporada

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Netflix

Crítica: “Bridgerton” – quarta temporada, parte 1

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

“Michael” apresenta fases decisivas da carreira de Michael Jackson em novo trailer

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

Crítica: “Os Malditos” (The Damned)

Texto: Ygor Monroe
2 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

Trailer de “O Diabo Veste Prada 2” antecipa conflito entre Miranda e Emily

Texto: Ygor Monroe
2 de fevereiro de 2026
Destaques

Grammy 2026: confira os vencedores das principais categorias

Texto: Ygor Monroe
2 de fevereiro de 2026

Comments 3

  1. Pingback: "Motel Destino" explora a violência e os amores proibidos - Caderno Pop
  2. Pingback: Dirigido por Steven Soderbergh, terror “Presence” ganha teaser - Caderno Pop
  3. Pingback: "Alien": saiba qual a ordem cronológica definitiva para assistir à série de filmes - Caderno Pop

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

%d