Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda
Sem resultados
Ver todos os resultados
Caderno Pop
Sem resultados
Ver todos os resultados

Crítica: “Bridget Jones: No Limite da Razão” (Bridget Jones: The Edge of Reason)

Texto: Ygor Monroe
8 de fevereiro de 2025
em Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas

Revisitar “Bridget Jones: No Limite da Razão” é como encontrar uma velha amiga que, depois de anos, continua contando as mesmas histórias e cometendo os mesmos deslizes. A diferença é que, com o passar do tempo, a gente fica um pouco menos paciente para algumas repetições. O filme tenta capturar o mesmo charme e a energia do primeiro, mas acaba tropeçando em algumas escolhas narrativas que fazem a jornada de Bridget menos envolvente do que deveria ser.

Em 2025 Bridget Jones retorna aos cinemas para um novo capitulo de seu diário, para mais informações basta clicar aqui.

Crítica: "Bridget Jones: No Limite da Razão" (Bridget Jones: The Edge of Reason)
Crítica: “Bridget Jones: No Limite da Razão” (Bridget Jones: The Edge of Reason)

Bridget (Renée Zellweger) agora está oficialmente namorando Mark Darcy (Colin Firth). Se no primeiro filme ela queria encontrar um amor, agora a preocupação é mantê-lo. Mas a insegurança não perdoa, e logo surgem dúvidas sobre sua relação, especialmente quando uma nova colega de trabalho de Mark aparece no pedaço. Como se não bastasse, Daniel Cleaver (Hugh Grant), seu ex-chefe cafajeste, reaparece, pronto para testar sua resistência emocional.

A primeira metade do filme promete. As situações cômicas continuam afiadas, e Zellweger segura bem o papel com aquele carisma atrapalhado que fez de Bridget uma personagem tão adorável. Mas então o roteiro decide levar Bridget para uma confusão completamente absurda envolvendo tráfico de drogas na Tailândia, e tudo desanda. O tom, que antes equilibrava romance e humor com uma pitada de realismo, mergulha de cabeça em uma trama exagerada e desnecessária.

Hugh Grant, que poderia adicionar mais dinamismo à história, acaba sendo subaproveitado. Seu Daniel Cleaver não traz nada de novo e parece apenas uma reciclagem do que já vimos antes. Já Colin Firth, mesmo sendo o “homem dos sonhos” de Bridget, parece mais um incômodo do que qualquer outra coisa. Sua rigidez e jeito antiquado transformam o relacionamento dos dois em algo menos encantador e mais… burocrático. Não ajuda o fato de o filme querer brincar com questões sociais, mas acabar reforçando clichês ultrapassados.

Ainda assim, é difícil descartar completamente o filme. Mesmo com os diversos devios, Bridget ainda tem uma força magnética que nos faz querer acompanhá-la. Talvez porque, no fundo, todos já fomos um pouco Bridget Jones em algum momento da vida: inseguros, atrapalhados e tentando entender onde exatamente se encaixam as peças do quebra-cabeça chamado amor.

O filme é um misto de nostalgia e frustração. O charme está lá, mas a magia do primeiro filme não se repete da mesma forma. Talvez seja o caso de aceitar que algumas histórias realmente não precisam de continuação. Afinal, nem todo casal precisa atravessar o horizonte ao pôr do sol para que a história seja bem contada.

⭐⭐

Avaliação: 2 de 5.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Temas: Bridget Jones: No Limite da RazãoCinemaCríticaResenha

Conteúdo Relacionado

Cinemas/Filmes

Isabela Quilodrán une atuação e roteiro em novo projeto filmado no exterior

Texto: Eduardo Fonseca
4 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

Crítica: “Destruição Final 2” (Greenland 2: Migration)

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

Crítica: “Dhurandhar”

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Netflix

Crítica: “Patinando no Amor” (Finding Her Edge) – primeira temporada

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Netflix

Crítica: “Bridgerton” – quarta temporada, parte 1

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

“Michael” apresenta fases decisivas da carreira de Michael Jackson em novo trailer

Texto: Ygor Monroe
3 de fevereiro de 2026
Cinemas/Filmes

Crítica: “Os Malditos” (The Damned)

Texto: Ygor Monroe
2 de fevereiro de 2026

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Página Inicial
    • Sobre o Caderno Pop
    • Fale com a gente
  • Música
    • Música
    • Clipes e Audiovisuais
    • Festivais
    • Shows
  • Cinemas/Filmes
  • Séries
  • Entrevistas
  • Streaming
  • Marcas
  • Guias e Agenda

© 2022 Caderno Pop - Layout by @gabenaste.

%d