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Crítica: “Canário Negro” (Canary Black)

Texto: Ygor Monroe
8 de novembro de 2024
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

Em “Canário Negro“, temos uma fórmula clássica que mescla tensão e ação desenfreadas, estrelada por Kate Beckinsale como Avery Graves, uma agente da CIA obrigada a decidir entre trair o próprio país ou salvar seu marido. A premissa, que nos joga em um enredo de sequestro e chantagem, carrega um charme particular, quase um romance de espionagem moderno, onde a lealdade é um luxo e o desespero, a única constante.

Atualmente em alta no Prime Video, “Canário Negro” está disponível para quem quiser conferir. Basta clicar aqui.

Crítica: "Canário Negro" (Canary Black) | Foto: Reprodução
Crítica: “Canário Negro” (Canary Black) | Foto: Reprodução

A direção de Pierre Morel já anuncia o que esperar. Conhecido por “Taken” e “From Paris with Love”, Morel é um verdadeiro “atirador de elite” dos filmes de ação, daqueles que podem entregar sequências ferozes e eficazes, mesmo que um tanto derivativas. Ainda que “Peppermint” tenha sido decepcionante, Morel demonstra ter uma assinatura visual para o gênero, especialmente ao unir tiroteios coreografados e um senso de urgência que te prende, nem que seja pelo puro entretenimento.

A escolha de Beckinsale como a implacável Avery Graves traz à tona o passado da atriz em papéis de ação. Para quem assistiu a todos os “Underworld”, há uma familiaridade gritante ,ela volta a ser aquela figura forte, intensa, armada até os dentes. E mesmo com os retoques visuais (a peruca e o preenchimento labial que só disfarçam), sua presença é magnética. O problema é que, ao forçá-la a um sotaque americano, “Canário Negro” erra feio, abafando seu carisma natural e distorcendo o que sua voz britânica rouca traz de autenticidade.

O enredo, porém, parece mais um pretexto do que uma história. Ao estilo dos scripts de “Call of Duty: Modern Warfare”, a trama gira em torno de um dossiê com informações explosivas que vai além de um simples kompromat, funcionando como uma “bomba digital”. A sequência de eventos parece construída para amarrar tiroteios e brigas, e enquanto as cenas de ação têm competência, há um limite para o quanto essa construção minimalista aguenta sem se tornar superficial.

Rupert Friend, como o marido sequestrado, faz uma participação que não justifica seu talento especialmente se o compararmos ao seu trabalho em “Asteroid City”. Ele parece estar aqui para cumprir tabela, deixando o espectador imaginar que talvez Orlando Bloom ou outro ator mais “bruto” estivesse fora de alcance para esse tipo de papel. Ainda assim, Friend não compromete, mas também não eleva a experiência, funcionando como mais um adorno na estrutura pouco inspirada do filme.

E sim, “Canário Negro” está em alta no catálogo do Prime Video, mas a questão é: vale a pena? Se você é fã incondicional de Kate Beckinsale e sente prazer em ver as convenções de ação, talvez consiga extrair uma experiência mínima. Para quem busca algo que ressoe, que reverbere como um bom filme de ação faz, o encolher de ombros global é compreensível é entretenimento funcional, mas não memorável.

A perspectiva positiva? Pierre Morel ainda está longe do estilo de Olivier Megaton, então pelo menos você não sairá exasperado. “Canário Negro” é, no fim, o que parece ser: uma noite fria de streaming com ação descomplicada, para quem quer apenas desligar e se deixar levar por tiros, perseguições e dilemas que ficam no raso.

⭐⭐⭐

Avaliação: 2.5 de 5.

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Temas: Canário NegroCanary BlackCinemaCríticaPrime VideoResenhaReview

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