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Crítica: “Cartas do Passado” (Geleceğe Mektuplar)

Texto: Ygor Monroe
24 de julho de 2025
em Minisséries, Netflix, Resenhas/Críticas, Streaming

A vida é cheia de elos invisíveis que se amarram entre o passado e o presente. Às vezes é uma música. Às vezes é uma foto esquecida. Outras, uma carta, ou várias. Em “Cartas do Passado”, o que liga duas décadas de distância é um punhado de folhas escritas por adolescentes cheios de dramas que, aparentemente, não sabiam bem o que queriam dizer. E talvez esse seja o maior problema da série: ela também não sabe.

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Crítica: "Cartas do Passado" (Geleceğe Mektuplar)
Crítica: “Cartas do Passado” (Geleceğe Mektuplar)

O ponto de partida tem potência: cartas escritas por um grupo de alunos nos anos 2000 voltam à tona vinte anos depois e afetam diretamente Elif, uma jovem que descobre, num envelope vermelho, que talvez tudo o que sabia sobre si fosse uma invenção. A ideia é boa, mas a execução se afoga num mar de subtramas desajeitadas, personagens rasos e idas e vindas que mais confundem do que costuram.

A série tenta desesperadamente ser muitas coisas ao mesmo tempo. Um drama familiar, uma investigação emocional, um retrato adolescente, um suspense suave… e, no fim, não consegue ser nenhuma delas de verdade. Tudo é construído com um tom hesitante, como se a série tivesse medo de assumir uma identidade clara. Isso deixa a narrativa fragmentada, alternando entre um presente instável e um passado que mais parece uma novela colegial mal editada.

O elenco faz o que pode, mas se perde em personagens que parecem recortes de outros lugares. São muitos nomes, muitos relacionamentos tóxicos, muitos triângulos (ou quadrados) amorosos, muitos segredos que prometem mais do que entregam. Ninguém ali parece se gostar de verdade. Nem a série parece gostar tanto deles assim. É difícil se importar quando nem os laços entre os personagens conseguem convencer.

E aí está outro dilema: a trama de Elif tentando entender sua origem biológica tinha tudo para ser o centro emocional da história, mas acaba sendo diluída em flashbacks que não dialogam com o presente. Fatma, sua mãe adotiva, surge como o elo mais interessante entre as duas linhas do tempo e mesmo assim é deixada de lado com rapidez injustificável. Um desperdício que compromete o que poderia ser o coração da série.

Visualmente, “Cartas do Passado” também não se arrisca. Tudo é genérico, limpo demais, sem identidade estética. A fotografia segue o padrão Netflix internacional genérico e a montagem parece feita com pressa, como se alguém estivesse com o cronômetro apertando no fundo. Até mesmo o recurso das cartas, que poderia ter sido usado com mais delicadeza narrativa, aparece como acessório enfeitado, mas sem impacto real.

No final das contas, a série parece mais preocupada em manter o mistério do que em criar conexões reais com o público. E não é o mistério bom, aquele que instiga e dá vontade de continuar assistindo. É o mistério que cansa, porque parece enrolação.

“Cartas do Passado” tem um bom título, uma boa premissa e uma péssima execução. A gente termina o primeiro episódio com a sensação de que assistiu duas séries diferentes, nenhuma delas particularmente envolvente. Pode até haver revelações mais à frente, mas o piloto falha justamente naquilo que deveria acertar: fisgar quem assiste com algo que faça sentido.

“Cartas do Passado”
Criação: Rana Denizer
Elenco: Gökçe Bahadır, Selin Yeninci, Erdem Şenocak
Disponível em: Netflix

⭐⭐

Avaliação: 2 de 5.

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