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Crítica: “Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze” (Gekijouban Chainsaw Man: Reze-hen)

Texto: Ygor Monroe
30 de outubro de 2025
em Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas

“Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze” é um delírio audiovisual que reafirma o poder criativo de Tatsuki Fujimoto e o domínio técnico do estúdio MAPPA. Poucos filmes recentes traduzem com tanta fidelidade o caos, a brutalidade e a beleza do mangá original. Tatsuya Yoshihara assume a direção com a segurança de quem entende que a essência de Chainsaw Man está na colisão entre inocência e destruição, entre amor e sangue, entre humanidade e monstruosidade.

Crítica: "Chainsaw Man: O Filme - Arco Da Reze" (Gekijouban Chainsaw Man: Reze-hen)
Crítica: “Chainsaw Man: O Filme – Arco Da Reze” (Gekijouban Chainsaw Man: Reze-hen)

A narrativa acompanha Denji, o jovem que vive com o coração de um demônio e agora tenta lidar com a fama e o vazio existencial que o acompanha após os eventos da série. Quando a chuva o leva até um café e ele conhece Reze, uma garota aparentemente comum, a história ganha um tom de melancolia e descoberta. É o raro instante em que o caos se silencia para dar espaço a algo parecido com afeto. Mas essa calmaria é apenas o prelúdio de uma tragédia inevitável.

Yoshihara transforma o Arco da Reze em uma experiência cinematográfica arrebatadora. O primeiro ato tem a leveza e o ritmo de um romance juvenil, evocando a sensação de um coming-of-age agridoce. Denji e Reze vivem uma breve suspensão do mundo, um intervalo de respiro entre batalhas. A direção capta esse intervalo com delicadeza, mas sem abandonar o peso simbólico do que virá. Quando a verdade se revela e Reze mostra ser mais do que aparenta, o filme explode em pura energia cinética, um espetáculo visual de violência estilizada e emoção bruta.

A animação é um dos grandes trunfos. O MAPPA eleva o nível já altíssimo da série e entrega sequências de ação que rivalizam com produções históricas do cinema japonês. Cada movimento é coreografado com precisão quase musical, e a câmera se move com fluidez orgânica, mergulhando o espectador em um frenesi visual. É um filme que pulsa, vibra, respira adrenalina. A trilha sonora de Kenshi Yonezu reforça essa intensidade, equilibrando o peso dramático com o lirismo melancólico de faixas como “Iris Out” e “Jane Doe”, parceria com Hikaru Utada.

O roteiro, assinado por Hiroshi Seko, entende o que há de humano dentro do absurdo. A dor de Denji nunca foi sobre o horror ao seu redor, mas sobre o vazio de crescer sem amor. Reze representa a promessa de uma vida que ele nunca teve, e quando essa ilusão desaba, o que resta é um personagem despido de ingenuidade. O filme mostra que o verdadeiro terror de “Chainsaw Man” não está nos demônios, mas naquilo que o torna humano.

A dublagem de Kikunosuke Toya e Reina Ueda é impecável. A química entre os dois dá vida a um par que oscila entre ternura e tragédia, elevando cada diálogo simples a um gesto de vulnerabilidade. As participações de Fairouz Ai, Karin Takahashi e Maaya Uchida completam o elenco com energia e carisma.

Com ritmo preciso e atmosfera carregada, “Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze” consolida-se como um marco na animação moderna. É brutal, romântico e profundamente trágico, fiel à alma da obra de Fujimoto. Um espetáculo que mistura o sangue com o sentimento, e o absurdo com a beleza.

“Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze” (2025)
Direção: Tatsuya Yoshihara
Roteiro: Hiroshi Seko
Elenco: Kikunosuke Toya, Reina Ueda, Fairouz Ai, Karin Takahashi, Maaya Uchida, Natsuki Hanae, Shiori Izawa, Tomori Kusunoki
Disponível: Nos cinemas

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 3.5 de 5.

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