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Crítica: “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito” (Gekijouban Kimetsu no Yaiba: Mugen-jou-hen Movie 1)

Texto: Ygor Monroe
18 de setembro de 2025
em Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas

Assistir a “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito” é como ser jogado dentro de um labirinto visual que parece infinito, mas que, ao mesmo tempo, revela as repetições de um gênero que já entendeu seu público e não tem medo de explorá-lo até a exaustão. A grandiosidade está lá, cada golpe de espada é um espetáculo em si, cada cenário parece construído para impressionar a tela de cinema, e há uma força estética inegável. Mas por trás dessa superfície brilhante, o filme também expõe o quanto a saga se tornou dependente da fórmula que a consagrou: duelos intermináveis, histórias trágicas contadas em meio à batalha e uma engrenagem narrativa que gira quase sempre em torno do mesmo motor.

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Crítica: "Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba - Castelo Infinito" (Gekijouban Kimetsu no Yaiba: Mugen-jou-hen Movie 1)
Crítica: “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito” (Gekijouban Kimetsu no Yaiba: Mugen-jou-hen Movie 1)

É impossível negar o impacto cultural que “Demon Slayer” conquistou desde o arco do “Trem Infinito”. A franquia hoje é sinônimo de evento, não só um anime que você assiste em casa, mas uma produção capaz de levar multidões aos cinemas do mundo todo, ocupando um espaço que antes parecia restrito a blockbusters de Hollywood. O filme se comporta mais como um acontecimento coletivo do que como uma narrativa independente. E essa é uma faca de dois gumes: de um lado, fortalece o espetáculo e dá ao público o senso de pertencimento a algo maior, de outro, sacrifica a autonomia da obra, que se torna quase um mosaico de episódios estendidos em ritmo de maratona.

O foco em Akaza, o vilão de alto escalão que já havia sido marcado como peça-chave desde “Trem Infinito”, funciona bem dentro do arco, principalmente porque é um antagonista que carrega um passado convincente, talvez o mais memorável entre os demônios da saga até aqui. Em paralelo, personagens como Zenitsu finalmente conseguem sair da função de alívio cômico para assumir um papel mais sólido, provando que há espaço para crescimento dentro da tropa de caçadores. O problema é que cada avanço emocional parece constantemente interrompido pela necessidade de inserir uma lembrança, um flashback ou um respiro cômico que dilui a intensidade da cena. O filme emociona, mas não deixa o espectador viver essa emoção em plenitude.

Tecnicamente, “Castelo Infinito” é irretocável. A qualidade de animação que a Ufotable entrega desde 2019 não perdeu força. Pelo contrário, as coreografias parecem mais complexas, os enquadramentos são mais ousados e há momentos que poderiam facilmente ser emoldurados como obras de arte digital. Essa consistência, raríssima em franquias longas, coloca a produção em um patamar de referência para todo o mercado de animação. O problema não está na forma, mas no conteúdo que escolhe repetir velhos vícios narrativos em vez de explorar novas camadas.

“Demon Slayer – Castelo Infinito” acaba sendo o retrato perfeito daquilo que a própria indústria do entretenimento global vive hoje: um equilíbrio delicado entre espetáculo e profundidade. O filme funciona como catarse coletiva, como celebração de uma saga que já se consolidou entre os gigantes, mas ao mesmo tempo escancara a fragilidade de um roteiro que se apoia demais no impacto imediato. É uma obra grandiosa, sim, mas que em alguns momentos parece mais preocupada em alimentar o fenômeno do que em contar algo novo.

“Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito”
Direção: Haruo Sotozaki
Elenco: Natsuki Hanae, Akari Kito, Hiro Shimono
Disponível nos cinemas

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 4 de 5.

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