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Crítica: Duquesa, “Six”

Texto: Ygor Monroe
18 de setembro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Há discos que funcionam como retratos imediatos de um artista em determinado momento da carreira. “Six”, novo trabalho de Duquesa, é exatamente isso: um reflexo pulsante, direto e nada tímido de uma artista que insiste em afirmar sua identidade com firmeza. O projeto não se contenta em ser um conjunto de canções, ele busca ser um espaço de experimentação e autoafirmação.

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Crítica: Duquesa, "Six"
Crítica: Duquesa, “Six”

O que mais chama a atenção em “Six” é a maneira como Duquesa se recusa a se limitar a um único território sonoro. Ela atravessa estilos, mistura referências e dá ao ouvinte a sensação de estar diante de uma artista que quer provocar movimento, desconforto e, ao mesmo tempo, celebração. Essa energia, que muitas vezes pode soar como excesso, também é a marca de sua ousadia. Há quem veja nisso certa desordem, mas há também quem enxergue justamente a coragem de quem ainda não está interessada em oferecer algo estático ou excessivamente planejado.

O álbum se constrói a partir daquilo que Duquesa tem de mais forte: sua presença. Mesmo quando a produção parece oscilar entre caminhos distintos, sua voz e sua postura funcionam como uma âncora. “Six” não busca coerência tradicional, não se preocupa em seguir uma narrativa linear. O que existe aqui é um exercício de liberdade, uma declaração de que a artista se sente segura o bastante para navegar entre diferentes atmosferas sem perder a essência.

Há momentos em que o disco ganha mais corpo, principalmente quando a rapper aposta em linhas afiadas e beats que se encaixam com precisão em sua entrega visceral. Em outros pontos, o projeto soa irregular, como se experimentasse além da medida. Mas até essas imperfeições acabam contribuindo para o retrato de uma artista em fase de construção, testando até onde pode ir. “Six” soa como um laboratório em escala pública, e isso é um risco que poucos artistas do gênero estariam dispostos a assumir.

Mais do que um álbum coeso, “Six” se apresenta como um manifesto de confiança. Duquesa deixa claro que seu lugar na cena não depende de padrões ou de encaixes fáceis. Sua música funciona como espelho de sua própria persona: firme, empoderada, consciente de sua trajetória e das batalhas que enfrenta dentro e fora do estúdio.

No fim, o que se leva de “Six” é menos uma coleção de hits e mais uma experiência de energia. O disco tem arestas, escolhas questionáveis e um certo desequilíbrio, mas é justamente nesse movimento instável que Duquesa encontra sua força. É a prova de que um álbum pode ser irregular e, ainda assim, revelar muito sobre a potência de uma artista.

Nota: 70/100 | Duquesa, “Six”

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Temas: CríticaResenhaReview

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