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Crítica: “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” (Spider-Man: Across the Spider-Verse)

Texto: Ygor Monroe
4 de fevereiro de 2025
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

Cinco anos após revolucionar a animação com “Homem-Aranha: No Aranhaverso”, a sequência “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” chega com uma tarefa ambiciosa: expandir ainda mais o conceito do multiverso e elevar a jornada de Miles Morales (Shameik Moore) a novos patamares emocionais e visuais. Dirigido por Joaquim Dos Santos, Kemp Powers e Justin K. Thompson, o filme se aprofunda na identidade do herói, na complexidade dos relacionamentos familiares e no eterno embate entre destino e livre-arbítrio. O resultado? Uma obra-prima animada que não só supera expectativas, mas redefine o que é possível dentro do gênero.

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Crítica: “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” (Spider-Man: Across the Spider-Verse)

Miles Morales, agora mais experiente, tenta equilibrar sua vida como super-herói com as pressões da adolescência, um dilema intensificado por sua conexão com Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) e o surgimento de um novo e enigmático vilão, O Mancha (Jason Schwartzman). O filme transforma um antagonista inicialmente cômico em uma ameaça existencial, cuja jornada caótica se espelha na de Miles de forma surpreendentemente trágica.

O roteiro trabalha com maestria o tema da dupla identidade, explorando como a necessidade de aceitação e o desejo de pertencer colidem com a busca pela autenticidade. O embate entre Miles e Miguel O’Hara, o Homem-Aranha 2099 (Oscar Isaac), é o ápice dessa tensão: seguir as regras impostas pelo “cânone” ou forjar seu próprio caminho? Essa dualidade se desdobra em momentos emocionantes, como as conversas entre Miles e seus pais, especialmente sua mãe, Rio Morales, que entrega um dos discursos mais impactantes do filme.

Se “No Aranhaverso” já havia estabelecido um novo padrão para animações, “Através do Aranhaverso” simplesmente quebra todas as barreiras possíveis. Cada universo visitado possui um estilo visual único, refletindo a identidade de seus respectivos Homens-Aranha. Aquarelas dinâmicas, traços que simulam quadrinhos vintage, animação inspirada em pinturas impressionistas e cenas de ação que parecem explodir da tela como um delírio psicodélico fazem deste um espetáculo visual sem precedentes.

As sequências de ação são coreografadas com um nível de fluidez impressionante, tornando cada batalha e perseguição uma experiência eletrizante. A cena da fuga de Miles pela Cidade Aranha, com dezenas de variantes do herói tentando capturá-lo, já entra para a história como uma das mais frenéticas e criativas perseguições do cinema.

Assim como no primeiro filme, a trilha sonora desempenha um papel essencial na construção da atmosfera do longa. Nicholas Pemberton e Metro Boomin criam um acompanhamento sonoro que não só complementa a ação na tela, mas também amplifica o peso emocional de cada cena. Das batidas urbanas que marcam a jornada de Miles às melodias mais introspectivas de Gwen, a trilha sonora reforça a identidade única de cada personagem e cenário.

Além disso, o impacto cultural da franquia continua gigantesco. Miles Morales já se consolidou como o Homem-Aranha de uma nova geração, e este filme apenas reforça sua importância. Ao lado de personagens como Gwen, Miguel O’Hara e Pavitr Prabhakar (o Homem-Aranha da Índia), a narrativa abraça a diversidade e entrega um elenco de heróis tão distintos quanto inspiradores.

⭐⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 5 de 5.

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Temas: CinemaCríticaHomem-Aranha: Através do AranhaversoResenhaReview

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