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Crítica: “O Caminho Errado” (På fel spår)

Texto: Ygor Monroe
27 de fevereiro de 2025
em Cinemas/Filmes, Netflix, Resenhas/Críticas, Streaming

A Noruega tem uma longa tradição em esportes de inverno, e o Birken, uma das maratonas de esqui cross-country mais icônicas do país, torna-se o pano de fundo para um drama pessoal em “O Caminho Errado“. O filme, que estreou hoje (27) na Netflix, utiliza o esporte como metáfora para redenção e auto aperfeiçoamento, seguindo a jornada de Emilie, uma mãe solo caótica que, sem alternativas, aceita o desafio de seu irmão de completar a dura competição.

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Crítica: "O Caminho Errado" (På fel spår)
Crítica: “O Caminho Errado” (På fel spår)

Embora a premissa lembre clássicos do cinema esportivo, “O Caminho Errado” é essencialmente um drama familiar, pautado em relações desgastadas e autodescoberta. Emilie é apresentada como uma personagem sem rumo, atolada em problemas financeiros e emocionais. Sem perspectivas, acaba se refugiando na casa do irmão mais velho, Gjermund, que também lida com desafios próprios, especialmente o desejo frustrado de ter um filho com sua esposa, Silje. O filme se desenrola em duas trajetórias paralelas: a de Emilie tentando reconstruir sua vida e a de Gjermund enfrentando a sua própria crise conjugal.

O roteiro se equilibra entre momentos de humor seco e drama melancólico, características frequentes no cinema escandinavo. Ada Eide entrega uma performance magnética como Emilie, uma protagonista que oscila entre o desespero e a determinação de mudar sua vida. Trond Fausa, como Gjermund, adiciona camadas ao papel do irmão severo, mas não destituído de empatia.

O diretor evita excessos melodramáticos e opta por uma abordagem mais realista, filmando com câmera na mão e priorizando uma paleta de cores frias, o que reforça a ambientação norueguesa e a sensação de isolamento. As sequências de esqui são bem coreografadas e oferecem um contraste interessante com os espaços fechados e claustrofóbicos onde Emilie se encontrava no início da trama.

No entanto, o filme não se limita a ser apenas uma história de superação esportiva. Ele explora as dinâmicas familiares e a pressão social sobre aqueles que falham em seguir um caminho tradicional na vida adulta. Emilie é uma protagonista falha e humana, e seu arco é convincente justamente por não oferecer soluções fáceis ou um final excessivamente otimista.

“O Caminho Errado” é um filme sobre persistência, não apenas no esporte, mas na própria vida. Sutil e emocionalmente envolvente, ele se sustenta na força de seu elenco e na abordagem minimalista da direção. Para aqueles que buscam um drama norueguês que equilibre melancolia e esperança, esta é uma excelente opção.

⭐⭐⭐

Avaliação: 3 de 5.

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Temas: CinemaCríticaLançamentoO Caminho ErradoResenhaReview

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