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Crítica: “O Jogo da Garrafa” (Spin The Bottle)

Texto: Ygor Monroe
14 de março de 2025
em Cinemas/Filmes, Paramount+, Resenhas/Críticas, Streaming

A tentativa de revitalizar o subgênero do terror adolescente com “O Jogo da Garrafa” se perde em uma execução que carece de coesão narrativa e profundidade técnica. Dirigido com um senso de atmosfera inconsistente, o filme se propõe a transformar um inocente jogo em uma experiência aterrorizante, mas tropeça em clichês e falhas de roteiro que comprometem seu impacto.

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Crítica: "O Jogo da Garrafa" (Spin The Bottle)
Crítica: “O Jogo da Garrafa” (Spin The Bottle)

O enredo acompanha um grupo de adolescentes que, ao brincar de girar a garrafa em uma casa abandonada com um histórico de massacre, desperta uma entidade maligna. A premissa, embora não seja original, poderia ter rendido uma abordagem eficaz caso houvesse um melhor desenvolvimento do suspense e da construção da ameaça sobrenatural. No entanto, a direção opta por uma estrutura narrativa arrastada, com um tempo de execução desnecessariamente longo que mina qualquer sensação de tensão contínua.

Desde os primeiros minutos, os problemas técnicos se tornam evidentes. A cena inicial, que deveria estabelecer o tom do filme, é prejudicada por efeitos visuais artificiais e datados, como a fumaça digital que emerge da garrafa, parecendo saída de um software rudimentar de décadas atrás. Essa falha se repete ao longo do filme, com sequências que dependem excessivamente de computação gráfica sem o refinamento necessário para manter a imersão.

O desenvolvimento dos personagens é outro ponto fraco. Nenhuma das figuras centrais possui camadas suficientes para gerar empatia ou interesse, tornando difícil se importar com seus destinos. O protagonista, interpretado por Tanner Stine, é particularmente insípido, com um arco narrativo que não oferece crescimento significativo nem motivações bem definidas. O elenco conta com nomes conhecidos como Ali Larter e Justin Long, mas suas presenças não são aproveitadas de forma substancial, sendo reduzidas a papéis secundários que pouco contribuem para a narrativa.

A montagem também apresenta falhas notáveis. Em uma das tentativas de criar tensão, há uma sequência em que um personagem sai do carro pelo lado do motorista, mas, de forma abrupta e sem justificativa lógica, reaparece no lado do passageiro ao entrar em casa. Erros desse tipo prejudicam a continuidade e enfraquecem a imersão do espectador.

A resolução do conflito principal é outro elemento que se perde na execução. O método pelo qual os personagens enfrentam e supostamente derrotam a entidade maligna é mal explicado, dando a impressão de que a conclusão foi apressada ou mal planejada. O desfecho previsível, deixando espaço para possíveis sequências, reforça a sensação de que a prioridade não era contar uma história sólida, mas sim estabelecer uma franquia sem o cuidado necessário para justificar tal ambição.

Disponível no catálogo do Paramount+ desde março de 2025, “O Jogo da Garrafa” falha em entregar um terror psicológico envolvente e se limita a uma sucessão de sustos previsíveis e decisões questionáveis de roteiro. Com um ritmo arrastado, personagens unidimensionais e efeitos visuais problemáticos, o filme não consegue se destacar nem mesmo dentro do já saturado universo dos filmes de horror adolescente.

⭐⭐

Avaliação: 2 de 5.

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Temas: CinemaCríticaLançamentoO Jogo da GarrafaResenhaReview

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