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Crítica: “Os Dois Hemisférios de Lucca” (Los dos hemisferios de Lucca)

Texto: Ygor Monroe
31 de janeiro de 2025
em Cinemas/Filmes, Netflix, Resenhas/Críticas, Streaming

Baseado no livro homônimo de Bárbara Anderson, “Os Dois Hemisférios de Lucca” se propõe a ser um drama inspirador, explorando os desafios de uma mãe que se recusa a aceitar limites para a condição de seu filho. A trama acompanha Bárbara (Bárbara Mori) e seu marido Andrés (Juan Pablo Medina) em uma jornada até a Índia, onde buscam um tratamento experimental para Lucca (Julián Tello), primogênito do casal que vive com paralisia cerebral. No centro dessa busca está o enigmático Dr. Rajah Kumar (Danish Husain), um cientista que promete transformar a vida do menino por meio de uma terapia inovadora chamada Cytotron.

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Crítica: "Os Dois Hemisférios de Lucca" (Los dos hemisferios de Lucca)
Crítica: “Os Dois Hemisférios de Lucca” (Los dos hemisferios de Lucca)

A temática do filme é profundamente emocional e carrega um forte apelo humano, abordando não apenas a luta por um tratamento, mas também os dilemas da esperança, da fé na ciência e da resiliência materna. Bárbara Mori entrega uma atuação expressiva e convincente, conseguindo traduzir a angústia, o amor e a determinação de sua personagem. Sua presença magnética sustenta grande parte do impacto emocional da narrativa, mesmo quando o roteiro se mostra irregular.

Apesar da potência de sua história real, “Os Dois Hemisférios de Lucca” sofre com um roteiro estruturalmente frágil, que se apoia excessivamente no melodrama e não se aprofunda nas nuances de seus personagens secundários. A construção dos conflitos é previsível e, em muitos momentos, recai em abordagens simplistas, impedindo um desenvolvimento mais sofisticado da trama. Além disso, o ritmo da narrativa se torna um problema, com sequências que se estendem além do necessário, prejudicando a fluidez do filme.

Visualmente, a direção de arte se esforça para contrastar a imensidão caótica da Índia com a jornada interna da protagonista, mas a fotografia carece de um olhar mais autoral, resultando em uma estética funcional, mas pouco marcante. A trilha sonora, por sua vez, reforça a carga emocional do filme, ainda que, em certos momentos, pese a mão ao tentar conduzir a emoção do espectador de forma excessivamente manipulativa.

No fim, “Os Dois Hemisférios de Lucca” se destaca pela história que escolhe contar e pelo desempenho sólido de sua protagonista, mas falha em elevar seu material além das convenções do gênero. Seu impacto emocional é inegável, mas a falta de um aprofundamento narrativo e escolhas estéticas mais refinadas impede que o filme alcance todo o seu potencial. Para aqueles que buscam um drama edificante e inspirador, a obra pode cumprir seu papel, mas deixa a sensação de que poderia ter sido muito mais ambiciosa em sua execução.

⭐⭐⭐

Avaliação: 3 de 5.

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Temas: CinemaCríticaOs Dois Hemisférios de LuccaResenhaReview

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