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Crítica: “Pisque Duas Vezes” (Blink Twice)

Texto: Ygor Monroe
12 de janeiro de 2025
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

A estreia de Zoë Kravitz na direção traz uma abordagem ousada e repleta de nuances, destacando-se no cenário cinematográfico. Disponível no Prime Video a partir de 21 de janeiro, “Pisque Duas Vezes” mergulha o espectador em uma história desconfortável e profundamente intrigante. O enredo acompanha Frida (Naomi Ackie), uma jovem garçonete que se envolve com Slater King (Channing Tatum), um magnata da tecnologia cuja vida aparente de glamour e perfeição esconde mistérios ameaçadores. As festas extravagantes e paisagens idílicas rapidamente revelam uma trama mais obscura, desafiando Frida a desvendar segredos perigosos para sobreviver.

Saiba o que chega aos cinemas em janeiro de 2025

Crítica: "Pisque Duas Vezes" (Blink Twice)
Crítica: “Pisque Duas Vezes” (Blink Twice)

A direção de Kravitz revela uma precisão impressionante, utilizando cenas que, à primeira vista, parecem triviais, mas posteriormente se mostram cruciais no desenvolvimento de um quebra-cabeça narrativo perturbador. Elementos como tomadas sutilmente repetitivas e cortes deliberados conferem um ritmo hipnotizante à história, capturando a atmosfera de um hedonismo paradoxalmente vazio. O filme transforma momentos aparentemente banais em sinais de alerta subliminares, construindo uma sensação constante de que algo estará prestes a se desintegrar.

Naomi Ackie entrega uma performance memorável, apresentando Frida como uma protagonista fascinante e cheia de camadas emocionais. Sua vulnerabilidade se mescla com uma determinação irresistível, enquanto Channing Tatum surpreende ao trazer uma dualidade hipnotizante ao papel de King, alternando entre charme e intimidação. As camadas emocionais desses personagens são reveladas de forma intricada, contribuindo para a complexidade psicológica da narrativa.

Outro aspecto que se destaca é a capacidade de Kravitz de abordar temas universais sem recorrer à obviedade. Dinâmicas de poder, obsessões modernas por celebridades e a alienação emocional são inseridos organicamente, enriquecendo o enredo. Uma cena específica, onde Frida critica outra mulher enquanto reproduz comportamentos autodestrutivos, exemplifica a capacidade do roteiro de explorar ironias com profundidade.

A estética do filme é outro elemento marcante. A cinematografia captura a tensão latente e contrasta o glamour das paisagens paradisíacas com uma sensação subjacente de desconforto. A trilha sonora desempenha um papel fundamental, amplificando a intensidade emocional com uma progressão quase imperceptível que culmina em momentos de alta tensão.

O elenco de apoio, incluindo Adria Arjona, Alia Shawkat e Haley Joel Osment, contribui para a profundidade da história. Cada personagem, por menor que seja sua participação, adiciona uma nova perspectiva ao mosaico de aparências e segredos. As escolhas de atuação reforçam o sentimento de que todos estão presos em um jogo de manipulação e dissimulação.

O verdadeiro ponto alto de “Pisque Duas Vezes” está na maneira como Kravitz desafia o público a pensar criticamente sobre os eventos apresentados. Sem entregar respostas prontas, o filme promove uma reflexão que se estende para além de seus 120 minutos.

⭐⭐⭐⭐

Avaliação: 4 de 5.

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Temas: CinemaCríticaPisque Duas VezesResenhaReview

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