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Crítica: “Plankton: O Filme” (Plankton: The Movie)

Texto: Ygor Monroe
14 de março de 2025
em Cinemas/Filmes, Netflix, Resenhas/Críticas, Streaming

O que define um filme de verdade? Uma narrativa completa, personagens bem desenvolvidos e um ritmo que justifique sua duração. “Plankton: O Filme” tenta expandir o universo de “Bob Esponja” ao colocar o eterno vilão caolho como protagonista, mas o resultado final mais parece uma colagem de episódios estendidos do que um longa-metragem pensado para o cinema. O filme estreou em março de 2025 no catalogo da Netflix.

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Crítica: "Plankton: O Filme" (Plankton: The Movie)
Crítica: “Plankton: O Filme” (Plankton: The Movie)

A trama parte de uma premissa curiosa: cansado de ser o coadjuvante das próprias falhas, Plankton finalmente tem a chance de liderar sua própria história. Quando sua esposa Karen, a superinteligente assistente computadorizada, decide seguir sozinha em uma tentativa megalomaníaca de dominação mundial, Plankton percebe que foi excluído do próprio plano e se vê obrigado a unir forças com Bob Esponja e seus amigos. O objetivo? Recuperar sua autoestima e, de alguma forma, impedir que sua companheira destrua o mundo.

No papel, a ideia tem potencial. Plankton sempre foi um dos personagens mais carismáticos de “Bob Esponja” e, quando bem explorado, rende algumas das melhores piadas da série. No entanto, a execução deixa a desejar. Em vez de aprofundar o protagonista ou inovar na fórmula, o filme recicla piadas já batidas da série e estrutura a narrativa de forma episódica. O humor, que sempre foi o ponto forte da franquia, aqui oscila entre momentos genuinamente engraçados e sequências que parecem forçadas ou desnecessariamente esticadas para preencher o tempo de tela.

O ritmo é um dos maiores problemas. A duração ultrapassa os 90 minutos, mas quando se excluem os créditos, sobram cerca de 70 minutos de animação que, muitas vezes, parecem meros fillers. Diferente de longas anteriores da franquia, como “Bob Esponja: O Filme” (2004), que apresentavam uma jornada coerente e bem amarrada, “Plankton: O Filme” se desenrola sem um senso claro de progressão dramática. É como assistir a três episódios seguidos, sem o frescor de um grande evento cinematográfico.

Visualmente, o filme tenta equilibrar a estética clássica da série com animações mais sofisticadas. Há momentos em que essa escolha funciona, especialmente nas sequências de ação, que adotam um visual mais polido e dinâmico. No entanto, a transição para o 3D não tem o mesmo charme do 2D original. Algumas sequências, como uma homenagem estilizada aos desenhos dos anos 1930, mostram lampejos de criatividade, mas não são o bastante para elevar o filme como um todo.

Em relação ao elenco de vozes, os dubladores originais retornam e fazem o trabalho de sempre. Plankton continua com sua voz esganiçada e cheia de frustração, Bob Esponja mantém seu tom ingênuo e otimista, e Karen, talvez a personagem mais interessante aqui, ganha mais espaço para brilhar. Mas sem um roteiro forte para sustentá-los, os personagens acabam repetindo suas dinâmicas tradicionais, sem apresentar nada que realmente justifique uma aventura exclusiva para um filme solo.

No final, “Plankton: O Filme” não é um desastre completo, mas tampouco é memorável. Ele falha onde um longa-metragem precisa ter mais impacto: na construção de uma história que realmente exija essa duração e formato. Para fãs hardcore do personagem, pode ser uma distração passageira. Para o público geral, provavelmente será mais satisfatório revisitar episódios clássicos da série. Afinal, Plankton talvez funcione melhor como um vilão recorrente do que como protagonista de uma aventura cinematográfica.

⭐⭐

Avaliação: 2 de 5.

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Temas: CinemaCríticaLançamentoPlankton: O FilmeResenhaReview

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