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Crítica: Ringo Starr, “Look Up”

Texto: Ygor Monroe
10 de janeiro de 2025
em Música, Resenhas/Críticas

Depois de mais de cinco décadas afastado do country, Ringo Starr retorna ao gênero com “Look Up”, um álbum que dialoga com o passado enquanto projeta um olhar otimista para o futuro. Produzido por T Bone Burnett, o disco transita por sonoridades clássicas do country, revitalizadas por arranjos contemporâneos e colaborações que agregam camadas emocionais e texturais ao trabalho.

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Crítica: Ringo Starr, “Look Up”
Crítica: Ringo Starr, “Look Up”

Gravado entre Nashville e Los Angeles, o álbum reúne 11 faixas, sendo nove delas escritas ou coescritas por Starr. Essa abordagem autoral reforça o caráter pessoal do projeto, que ecoa memórias e reflexões, mas sempre guiado por uma energia renovadora. A faixa-título, “Look Up”, é emblemática dessa proposta: com vocais descontraídos e uma instrumentação rica em detalhes, a música resgata elementos psicodélicos associados aos Beatles, mas os molda dentro de uma estética country suave e acessível.

O álbum se beneficia enormemente da curadoria de músicos feita por Burnett. A presença de artistas como Billy Strings, Molly Tuttle, Larkin Poe e Alison Krauss traz uma dimensão técnica e emocional que eleva o trabalho de Starr. As participações não apenas complementam o álbum, mas se integram organicamente ao núcleo criativo do artista. Em “Breathless”, que abre o disco, Billy Strings conduz um diálogo entre sua guitarra ágil e os vocais de Starr, estabelecendo um tom leve e cativante. Já em “Thankful”, que encerra o álbum, Krauss imprime uma delicadeza quase espiritual com suas harmonias, resultando em um final introspectivo e poético.

A produção de Burnett é essencial para a coesão do projeto. Ele adota uma abordagem que valoriza os silêncios e os pequenos detalhes, permitindo que as composições respirem. Isso é evidente em faixas como “I Live for Your Love”, onde o trabalho de guitarra e os backing vocals de Tuttle criam uma atmosfera calorosa e envolvente, sem nunca ofuscar a simplicidade melódica característica de Starr.

“Time on My Hands” é um dos momentos mais impactantes do disco. A música mistura de um tom mais reflexivo e uma melodia marcante, explorando a perda e a perseverança com uma honestidade que raramente se encontra no catálogo de Starr. Essa faixa, em particular, exemplifica como o álbum transcende a nostalgia para se conectar com temas universais de maneira genuína.

Tecnicamente, “Look Up” impressiona pela precisão de seus arranjos e pela harmonia entre tradição e inovação. As estruturas das músicas seguem fórmulas consagradas do country, mas o uso de timbres e dinâmicas demonstra um cuidado em atualizar essas referências sem desrespeitar suas raízes. Burnett consegue equilibrar as colaborações contemporâneas com o estilo descontraído de Starr, criando um álbum que soa atual sem sacrificar a autenticidade.

Ringo Starr opta por um discurso direto e sincero, mas nunca simplista. O álbum explora o otimismo de forma interessante, como em “Come Back”, onde a melodia vibrante contrasta com uma letra que reflete as complexidades das relações humanas. Essa dualidade entre leveza e profundidade percorre todo o disco, resultando em um trabalho que se sustenta tanto na técnica quanto na emoção.

Nota final: 70/100

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