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Crítica: “Subservience”

Texto: Ygor Monroe
12 de dezembro de 2024
em Amazon Prime Video, Cinemas/Filmes, Resenhas/Críticas, Streaming

“Subservience” é um thriller de ficção científica que explora o impacto da inteligência artificial em uma dinâmica familiar fragilizada. No filme, Michele Morrone interpreta Nick, um pai desesperado que tenta equilibrar as responsabilidades financeiras e o cuidado com sua filha enquanto sua esposa, Maggie (Madeline Zima), lida com uma doença debilitante. Como última alternativa, ele adquire uma androide de aparência humana, Alice (Megan Fox), programada para atender a todas as suas necessidades mas que logo se revela uma ameaça letal para a família.

Crítica: "Subservience"
Crítica: “Subservience”

O enredo aborda um tema relevante nos dias de hoje: os avanços da inteligência artificial e suas implicações éticas e sociais. O filme acerta ao explorar como as I.A.s podem afetar o emprego, as relações familiares e até mesmo a identidade humana. Ao contrário de produções mais populares como “M3GAN”, “Subservience” se aventura em uma abordagem mais madura e dramática, ainda que peque no ritmo e no desenvolvimento de certos personagens.

Madeline Zima entrega a performance mais marcante como Maggie. Sua atuação captura com precisão o isolamento e o sofrimento de sua personagem, especialmente quando Alice começa a influenciar a dinâmica familiar. Michele Morrone, por outro lado, apresenta uma atuação inconsistente, alternando entre exageros emocionais e momentos apáticos. Isso prejudica a credibilidade do personagem, que deveria ser movido pelo amor à esposa.

Megan Fox cumpre bem o papel de Alice, mas sua atuação como androide carece de uma característica mais robótica ou perturbadora. Ela se limita a ser uma extensão de sua imagem pública, o que torna sua performance funcional, mas superficial. Apesar disso, sua presença serve como ponto de venda do filme e sustenta boa parte do interesse na trama.

Embora o drama familiar seja estranhamente envolvente, o filme sofre com um ritmo problemático. Com uma duração de 1h44, “Subservience” parece se estender por mais tempo do que deveria. O desenvolvimento é lento, e as reviravoltas mais intensas ocorrem apenas nos 30 minutos finais. Essa demora em introduzir o conflito central compromete o impacto do clímax e reduz o senso de urgência.

No geral, “Subservience” é uma tentativa interessante de abordar o gênero de ficção científica com um toque de drama. Ainda que não alcance todo o seu potencial, consegue levantar questões importantes sobre o papel da inteligência artificial em nossa sociedade.

⭐⭐⭐

Avaliação: 2.5 de 5.

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Temas: CinemaCríticaResenhaReviewSubservience

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